30 de maio de 2020

Greekorscope: mitos gregos & signos do zodíaco




Ao longo dos milénios, as pessoas sempre olharam muito para os céus, acabando por estudá-los. O que é super compreensível pois, numa noite clara, podemos ver milhares e milhares de estrelas!

Mesmo sem telescópios, os antigos anotaram os movimentos do sol, da lua, de cometas, tentando decifrar a razão para o seu comportamento. Contudo, ao longo dos tempos, certos corpos celestes estiveram em destaque: as estrelas que compõem as 12 constelações que conhecemos hoje em dia como o Zodíaco.
Essas mesmas constelações eram também importantes na Grécia Antiga que, juntas, formaram como que um mapa do céu em duas dimensões, que ajudava imenso em termos de orientação.

Na verdade, a palavra zodíaco significava na Grécia Antiga, “o ciclo da vida”, com imensa vida também por detrás de cada signo... Por isso, juntamente com a MilkyWayofBooks, decidimos partilhar com vocês os mitos gregos por detrás de cada signo do Zodíaco!

Curiosos? Qual é o vosso signo?


Nota: obrigada Words à la Carte pela revisão nas minhas maluqueiras!

28 de maio de 2020

Temas Polémicos dos Livros, ep. 10

Esta é a continuação da nova rúbrica no Instagram do Reino, chamada Temas Polémicos dos Livros, onde tendo a falar de todos os temas tabu ou controversos ou não... do mundo literário.


Episódio 10 - Desafios de Leitura

26 de maio de 2020

Teorias de conspiração: material para livros


Em conversa com amigos, estávamos a falar de teorias de conspiração. Provavelmente, a não ser os anti-vaxxers, a grande maioria delas são bastante inofensivas.
Mas se formos bem a ver a imaginação humana é ilimitada e mesmo que fiquemos na dúvida se algumas são verdade ou não, temos que admitir que davam altas histórias em livros! Se algum escritor precisa de ideias, acreditem basta ir a uma lista de teorias de conspiração, que vai ter material para dar e vender. 

Não acreditam? Ora qui vai uns exemplos... 

1 - Malaysia Airlines MH17

Este avião que foi abatido quando sobrevoava a Ucrânia, trouxe algumas teorias mas uma delas de que foi efectivamente a Força Aérea da Ucrânia que abateu o avião mas culpando a Rússia pois fazia parte da conspiração de não revelar a verdade sobre o vírus HIV (pelos vistos havia 7 especialistas da doença a bordo).

2 - JFK

Na verdade já milhares de livros foram escritos à conta deste evento. Até aparece nos comics dos X-Men e tudo!
Mas algumas das teorias mais comuns é que a Máfia estava por detrás do assassinato, ou o Fidel Castro ou a KGB ou uma combinação de qualquer uma delas. As possibilidades são imensas, LoL.

3 - Celebridades

Mas continuando nas teorias que revolvem à volta da morte de alguém famoso... há uma teoria super interessante de que o Paul McCartney morreu em 1966 e que foi substituído por um sósia.
Já para não falar de todas as teorias à volta da Primeira Dama Melania Trump que foi substituída por um duplo ou é um robô. Das duas, uma.
Porém, acho que as teorias mais famosas relativamente a celebridades é mesmo a teoria de que a morte de Elvis Presley foi elaborada e que efectivamente está é vivinho da silva. Ou ainda a teoria de que Adolf Hitler sobreviveu à Segunda Guerra Mundial e que viveu na América do Sul os restantes dos seus dias.

4 - Holocausto

Continuando na temática das Guerras Mundiais, há uma grande teoria de conspiração (que tem assustadoramente bastantes adeptos) de que o Holocausto e o genocídio de milhões de pessoas (judeus ou não) simplesmente não aconteceu.
As pessoas que foram assassinadas foram inventadas, as fotos foram editadas e os vídeos são falsos... nada conta como prova. Dizem que a "Solução Final" dos Nazis era apenas para deportar os Judeus do Reich  e não exterminá-los.
Por acaso há pelo menos um filme sobre a negação do Holocausto mas acredito que seja um tema difícil de se escrever pois é basicamente dizer a todos os sobreviventes que estão a mentir ou tiveram alucinações.

5 - Aliens

Claro que quando falamos de teorias de conspiração temos que falar nos ET's, UFO's e Area 51. Escusado será dizer que há milhentos livros de ficção científica que exploram algumas das teorias. A minha favorita é aquela que diz que as pirâmides foram construídas por aliens, LoL.

6 - Comunidade científica

Dentro das ciências temos várias teorias, uma delas a dos anti-vaxxers e outra também muito popular é a "flat earth". Que apesar de não achar piada nenhuma ao pessoal que é contra a vacinação, eu acho imensa piada ao pessoal que diz que a terra é plana. Porque chegam ao cúmulo de fazerem experiências científicas para provar que a terra é plana e depois quando essas mesmas experiências não corroboram com o que eles querem, dizem que as experiências foram controladas... mas foram eles que as fizeram, LoL. Paranóia ao máximo.

7 - Illuminati 

E claro, não podíamos falar de teorias de conspiração sem mencionar Illuminati. Que convenhamos têm as costas largas e acabam por ser os culpados de muitas teorias, LoL. Até já existe uma quantidade impressionante de livros com este tema.


Qual é a vossa teoria favorita? Já conheciam estas todas? Ou já leram livros com alguma?

24 de maio de 2020

Maybe in Another Life (opinião SEM spoilers)



“I know there may be universes out there where I made different choices and they led me somewhere else, led me to someone else. And my heart breaks for every single version of me that didn't end up with you.”

A partir do momento em que li Daisy Jones & The Six e o The seven husbands of Evelyn Hugo, que coloquei todos os livros escritos pela Taylor Jenkins Reid na minha lista para ler tudinhos!
Apesar de este livro ser um "chick lit" (ou seja, um romance leve e divertido, que tentam retratar a mulher moderna), essa vontade de ler todos os livros desta autora, não diminuiu... mas vamos por partes, ok?

O livro é sobre Hannah Martin, uma mulher de 29 anos que até à altura mudou imenso, saltando de cidade para cidade, sem ter um trabalho por qual sinta paixão, tendo como única constante a sua melhor amiga Gabby que vive na sua cidade de origem, Los Angeles, onde acaba por regressar ao fim de imensos anos. 
Parece algo simples e um romance normal mas eu estou lentamente a perceber que a TJR não consegue escrever algo "normal" pois após o reencontro com a sua melhor amiga e com amigos que já não via há imensos anos, existe algo que torna o livro um pouco diferente.

Ou seja, no início pensei que ia ficar super aborrecida pois o livro em si, é assim uma amálgama de trivialidades do dia-a-dia mas a verdade é que com as personagens tão bem delineadas e com o twist logo de início, capítulo a capítulo ficamos então colados ao poder da história que coloca como temática, as nossas escolhas e como cada uma pode ramificar para diversas vidas ou realidades. 

Eu adoro todo o tema de realidades alternativas (e não, isso não faz este livro paranormal, acreditem) e foi realmente isso que mais gostei no livro. Tenho contudo uma imensa crítica no livro, que tem uma componente que me fez sentir um pouco indignada e chateada mas não posso dizer qual pois pode ser um spoiler (se lerem o livro facilmente percebem qual é).

Em suma, eu pensava que não ia sentir todo um carrossel de emoções com este livro mas efectivamente criamos uma empatia imensa com as personagens, acabando por viver certas situações juntamente com elas.  Não acreditam em mim? Se forem ler o livro, quando chegarem à parte em que uma das personagens diz "He's dick is small." vejam o furacão de emoções que foi até então, LoL. Ou seja, a TJR é demoníaca até num chick lit!

Eu gostei do conceito do livro, com a premissa de que mesmo com as nossas infinitas escolhas, o universo tem sempre certas coisas destinadas para nós e tendo em conta que li juntamente com a Sam Livralma, este livro tem fins abertos consoante interpretação!

Aconselho este livro para quem está no mesmo caminho que eu de ler tudo de TJR, apesar de não estar no mesmo gabarito de Daisy Jones & The Six mas para quem gosta da escrita dela, está um livro que no final nos deixa a pensar. Que foi um bocado isso que me impressionou pois para um chick lit, não era suposto deixar-nos a pensar daquela maneira! E claro, aconselho também a quem gosta de ler dentro deste género de romances.



Review em vídeo: IGTV - Maybe in another life

Audiobook: aconselho o livro neste formato pois a história é super fácil de acompanhar.



20 de maio de 2020

Temas Polémicos dos Livros, ep. 9

Esta é a continuação da nova rúbrica no Instagram do Reino, chamada Temas Polémicos dos Livros, onde tendo a falar de todos os temas tabu ou controversos ou não... do mundo literário.


Episódio 9 - Tratamento dos livros

18 de maio de 2020

Top10


Há uns tempos vi um desafio de escrita que era: write a top10 list of your life achievements so far.

Ora bem, eu tendo neste preciso momento 31 anos, eu podia preencher esse top10 facilmente talvez... Mas a verdade é que não passo do número 1.

Top 10:
1. Sobrevivi.

Eu sobrevivi tudo o que a vida me atirou. Eu estou aqui, com algumas cicatrizes, umas visíveis outras nem por isso mas estou aqui.
Eu sobrevivi e estou a viver... cada momento, um dia de cada vez!


12 de maio de 2020

10 de maio de 2020

Medusa: do mito à realidade



Como recebi um feedback fantástico aos meus posts sobre mitologia grega, decidi fazer mais um juntamente com Milky Way of Books
Desta vez vai ser sobre o mito de Medusa, que era uma das três Gorgons, filhas de Phorkys e Ceto. Como os seus pais eram divindades do Underworld, as Gorgons tinham um aspecto monstruoso, com asas, um corpo metade mulher e metade cobra, e ainda serpentes como cabelo. E, se olhasses para os seus olhos, transformavas-te logo em pedra!

A Medusa faz parte do conto heróico de Perseus que, com a ajuda de Athena e de Hermes, conseguiu derrotá-la, cortando-lhe a cabeça,  qual levou depois para o seu rei. Esse foi a “moeda de troca” de Perseus para libertar a sua mãe, Danae, de um casamento forçado engendrado pelo Rei.
Só um à parte… Perseus era filho de Danae e de Zeus que, supostamente, lhe apareceu em forma de... chuva dourada (mega facepalm, eu sei). Mas a quem é que Zeus não apareceu?!

Perseus usou, ainda, a cabeça de Medusa para derrotar um monstro marinho que foi enviado para comer Andromeda, a filha do Rei. Tudo graças à mãe de Andromeda, Cassiopeia, que se gabou a bom gabar que a sua filha era mais bonita que as Nereides, ninfas do mar Egeu. Portanto, está claro como a água (see what I did there?) que Poseidon não gostou da conversa e lá mandou o monstro... Dando só trabalho a Perseus, que vá, salvou Andromeda e acabou casado com ela.

Contudo, existe toda uma outra variação deste mito.

Medusa e as suas irmãs eram originalmente mulheres lindas. Poseidon estava a fazer olhinhos à Medusa (cambada de deuses ninfomaníacos) e tentou até seduzi-la. Só que Medusa não estava “nem aí” e fugiu para um dos templos de Athena.
Como "refugiada religiosa" num templo de outro Deus, e ainda por cima do Olimpo, Medusa pensou que estava segura. Só que não... Poseidon também não estava “nem aí” para o templo, invadiu esse espaço sagrado e violou Medusa mesmo à frente da estátua de Athena.

Depois do sucedido Athena castigou, não Poseidon, mas sim a pobre Medusa! Como? Tornando-a a ela e às suas irmãs em monstros.

É interessante como na mesma mitologia existem várias versões do mesmo mito. Como já tinha referido no mito de Hades e Persephone, os mitos evoluem também com a sociedade... Porém, é também interessante como a segunda versão ainda é uma realidade. Imensas mulheres são assediadas, violadas, agredidas hoje em dia, e a sociedade aponta o dedo a elas e não aos seus agressores, culpando-as da sua beleza, do seu vestuário, da sua maquilhagem, das suas fotos, etc. Como as coisas evoluíram desde a Grécia Antiga...

O que acharam deste mito? Já conheciam as duas versões?
Acham que a segunda versão ainda é uma realidade, ou apenas mito?


Nota: obrigada Words à la Carte pela revisão nas minhas maluqueiras!

8 de maio de 2020

The Historian (opinião SEM spoilers)


“It was good to walk into a library again; it smelled like home.”

Já várias pessoas me tinham aconselhado este livro da Elizabeth Kostova e a verdade é que no início do mesmo eu estava um bocado receosa a ler porque pensei que não ia gostar do livro.
O início é mesmo muito lento, se tiverem isto em consideração, este livro é uma leitura fantástica! Mas vamos por partes...

A premissa do livro em si é o folclore no subgénero de lenda pois consiste numa história que é efectivamente histórica mas não completamente verificável, que normalmente é sobre pessoas que existiram ou sobre eventos históricos. Neste caso, o livro pega na lenda de Vlad Tepes como Drácula.
Em termo de curiosidade, um vampiro era folclore até mais ou menos 1890, quando Bran Stoker escreveu o seu livro, tornando-se oficialmente assim numa lenda. Stoker escreveu a sua obra tornando a figura histórica de Vlad Tepes num vampiro mas a sua lenda já existia como monstro e herói.
Contudo, se esperam que seja um livro meramente só sobre vampiros, desenganem-se... é muito mais que isso!

É então uma narrativa lenta mas mesmo muito agradável, quase que me fez lembrar as descrições de livros de "high fantasy" mas na verdade são todos locais reais e mesmo muito bem descritos, de tal forma que parece que estávamos lá mesmo! Posso confirmar pois estive em alguns dos locais descritos e foi mesmo como se voltasse lá, incluindo também várias linhas temporais, o que a autora aproveita para adicionar alguns factos históricos muito bem misturados com o seu enredo.

Tem também algumas semelhanças ao Drácula do Stoker (mesmo sem ter lido, apenas porque tenho o conhecimento que é à base de cartas) contudo levou à autora 10 anos para escrever o livro, tal foi a sua preparação para o mesmo! 
Dito isto, houve algumas descrições ou elementos que eram desnecessários pois a autora não pegou mais naquilo ou então ficamos frustrados porque ela não explora determinado elemento. Mas o que estragou a leitura deste livro para mim, foi mesmo o final.
Não vou dar spoilers mas tenho que referir que o final foi extremamente anti-climático para mim. Depois do desenvolvimento ao longo do livro, de já estarmos completamente envolvidos na história e de apreciarmos todas as viagens... temos um final que ficamos "mas é só isto?". Ou seja, nota-se de facto mesmo muito trabalho e pesquisa da autora mas podia ter ido mesmo muito mais longe pois nem chegou a explorar bem a parte sobrenatural e com aquele fim, acho mesmo o livro incompleto.

Porém, não deixa de ser uma viagem muito boa!

Para quem gosta de fantasia e sobrenatural nos livros, não aconselho muito este livro mas talvez seja mais indicado para quem gosta de ficção histórica ou romances históricos com muitas viagens à mistura.


Review em vídeo: IGTV - The Historian

Audiobook: houve uma parte do livro que ouvi em audiobook (porque havia toda uma cerca que precisava de ser pintada e há que aproveitar todos os bocadinhos, LoL) e aconselho vivamente! Super fácil de acompanhar, com cast de vozes e a densidade do livro acaba por não se sentir.

Nota: obrigada à querida @shadow_frozen que fez uma pequena revisão da minha opinião, com o seu imenso conhecimento.


6 de maio de 2020

Carta aberta para o meu filho


"Desculpa filho. Desculpa eu ser a tua mãe." Foi o que disse vezes sem conta no meio do nevoeiro das hormonas depois de teres nascido. 

Dizem que assim que os filhos nascem o nosso instinto maternal vem ao de cima e sabemos automaticamente fazer tudo. Não sei quem disse isto mas quem quer que seja devia estar a tomar ácidos ou a comer cogumelos mágicos... só pode.

Escusado será dizer que eu não concordo com isso... O amor que senti por ti quando nasceste, não é o mesmo que sinto agora. Todos os dias este amor cresce, é como que tatuado ainda com mais força na minha alma.

Mas desculpa filho. 

Desculpa eu achar que não é fácil ser-se mãe. Desculpa filho porque prometi que nunca gritaria contigo mas faço-o às vezes. Desculpa quando me sinto cansada ao final do dia e ligo a televisão para te distraíres. Desculpa pelos dias que estive ausente pelo trabalho e tu sentiste a minha falta. Desculpa não poder dar tudo aquilo que queres mas tento dar-te tudo o que precisas. Desculpa filho por já não saber viver sem ti. Desculpa se não sou a mãe que esperavas... 

Mas todos os dias tento ser a melhor mãe para ti. Estou a dar o meu melhor e espero que um dia vejas isso. Que vejas que tudo o que faço, mesmo quando ralho contigo, é por aquele amor que não pára de crescer.

A mãe ama-te e muito! Desculpa filho, talvez um dia a mãe vai ver que é só isso que importa e vai parar de pedir desculpa pelo resto.

4 de maio de 2020

TAG - Rock on

Fui identificada pela @wordsalacarte_nights para fazer esta TAG original. (Desculpem qualquer incoerência no vídeo mas estava um pouco sleep deprived quando o gravei).



Perguntas/ músicas: 
1. "Runaway", Bon Jovi: Um livro que foi um começo para a tua aventura literária, o livro ou um dos livros que fez de ti um(a) leitor(a). 
2. "In a Darker Room", Skid Row: Um livro que foi um murro no estômago. 
3. "Forbidden City", Marty Friedman: Um livro para o qual não tens palavras. 
4. "Poison", Alice Cooper: Um livro que, apesar da idade, continua a ser fantástico, ou um livro que leste várias vezes e permanece no teu coração. 
5. "Thunderstruck", AC/DC: Um livro simplesmente fenomenal e que parte a loiça toda. 
6. "Rebel Yell", Billy Idol: Um livro diferente e inovador, que é um autêntico grito de rebeldia. 
7. "Stairway to Heaven", Led Zeppelin: Um livro que se revelou uma verdadeira viagem à descoberta de ti mesmo(a). 
8. "You Could Be Mine", Guns 'n' Roses: Um livro que leste e que viste a(s) sua(s) adaptação(ções). 9. "The Clairevoyer", Iron Maiden: Um livro que não é muito falado, mas que achas que devia. 
10. "I Was Made for Loving You Baby", KISS: Um livro com ilustrações maravilhosas.

2 de maio de 2020

Avril Lavigne's Makes 5 Wishes (opinião SEM spoilers)


Hoje venho partilhar com vocês a minha review destes volumes da comic Avril Lavigne's Makes 5 Wishes que ganhei na giveaway da PanemicBooks.

Em primeiro lugar vou falar da arte em si da comic, que é bastante sombria e lendo-se o primeiro volume percebe-se bem porquê. Eu não gosto de dizer que não gosto da arte porque os artistas colocaram obviamente imenso trabalho e carinho nas obras mas não é bem o meu género. Adoro comics sombrias mas esta era demasiado homogénea onde nada se destacava. 

Em segundo lugar, a história em si parece-me um pouco cliché mas talvez seja boa para um público mais jovem? A história é basicamente uma rapariga solitária e ainda a crescer que pede a um demónio alguns desejos, só que é preciso ter sempre cuidado pois a máxima "cuidado com o que desejas" está sempre presente.

Obrigada Panemic por me teres oferecido as comics e acho que vou oferecer a alguém mais novo que quem sabe não irá apreciar mais!