30 de setembro de 2014

Há coisas que eu não percebo...


Antes de qualquer coisa que diga, toda a relação tem o seu quê de complexo pois as relações são complicadas e cada um sabe da sua vida.
A verdade é que vejo que as relações estão a perder, cada vez mais, o seu verdadeiro significado e as pessoas já não vêem as outras como um companheiro ou alguém que devem amar e (no mínimo) respeitar mas como alguém descartável. 
Há muitas declarações de amor nas redes sociais, quando na realidade nem se falam, ou então se não deixar uma mensagem fofinha no facebook um do outro pelo menos uma vez por mês, é porque a coisa é para acabar e o relacionamento não existe. Já para não falar de extorquírem os namorados tudo que é de marca mas não querem gastar do bolso delas.
Ajudem-me porque eu juro que não percebo…

28 de setembro de 2014

The Lux series: final book


"She'd given me the ultimate gift when she loved me in return. That was the most important thing I'd always take from this. Love was a gift."
O último livro da saga de livros The Lux saiu no mês passado e eu claro tive que fazer reserva! Não podia deixar passar um livro de uma das minhas autoras favoritas Jennifer Armentrout... que é simplesmente um final fantástico para esta saga de aliens! 

26 de setembro de 2014

Anathema


Hoje, mesmo ainda em recuperação de uma amigdalite, simplesmente não podia faltar ao concerto, em Londres,  de uma das minhas bandas favoritas: Anathema.

22 de setembro de 2014

Há certas tradições que não deveríamos deixar morrer…

Se antes a praxe estava sobre constante atenção, agora, após a tragédia do Meco, está sob um grande microscópico! Antes que ambos os extremos parem de ler e vão directos comentar para dizer barbaridades, gostaria de dizer que estive na Universidade, fui praxada, trajei, vi praxar, praxei, ainda verifiquei praxes e, por fim, queimei as fitas. 

Por isso, já depois de ter passado pelas diferentes fases e agora olhando para tudo do lado de fora, digo, com muito pesar, que as praxes não vão durar muito mais tempo ou então vão começar a tornar-se algo semelhante à Maçonaria em Portugal, algo pertencente a um submundo não-tão-secreto-quanto-isso. Talvez algo clandestino, com certeza. 

Isso entristece-me porque eu até gostei do meu percurso académico. Pessoal que me conhece bem refere que isso se deve a eu já ter, previamente, uma ideia muito fixa da praxe e isto deve-se ao facto dos meus pais, por motivos de trabalho, me terem levado para a Universidade enquanto crescia. Eu adorava ir quando havia praxes! Via jogos de todos os tipos, interacção, muitas partidas e também respeito. 

Ou seja, quando foi a minha altura de ser caloira, eu já tinha visto mais praxe que muitos doutores ou que muita gente na academia. Então, como caloira, já sabia o que era esperado de mim e talvez por causa disso tenha levado aquilo na desportiva, aproveitando ao máximo as brincadeiras. É precisamente isso que eu considero praxe, porque toda a gente pode mandar encher ou pôr de quatro, mas é preciso alguém com criatividade para inventar jogos ou tarefas para uma dúzia (ou mais) de marmanjos completamente assustados e sozinhos, de maneira a integrá-los nesta nova fase das suas vidas.

Isso sim é saber praxar! Foram esses os valores que eu vi na Universidade enquanto fui crescendo, mas acho que esses valores se estão, lentamente, a perder. Antigamente, a Bila era mesmo o fim do mundo e muitos dos estudantes não tinham possibilidades de ir a casa todos os fins-de-semana ou, sequer, de ligar. Então havia talvez um espírito de entreajuda muito maior que há agora ou, se calhar, apenas o espírito de “estamos perdidos no meio dos Montes, mas ao menos estamos juntos”! 

Será que isto está assim porque há mais facilidades? Ou mais pessoas frustradas a praxar? Ou o pessoal está mais mimadinho? Não sei… Só sei, sinceramente, que neste momento o bom-praxador é uma espécie em vias de extinção! 
Coisas como a história da Academia, o simbolismo do traje, entre outras coisas como a simples técnica de dobrar correctamente a nossa capa do traje, são coisas que são passadas de praxador para caloiro ou mais até de padrinho/madrinha para afilhado/afilhada, mas que estão a desaparecer por completo. 

Por isso acredito que muita praxe, de momento, sirva ou para libertar frustrações ou para caçar afilhados! Já são poucos os que tentam pensar em coisas engraçadas para integrar os caloiros no novo meio onde se encontram, porque eu acredito que muita gente tenha vindo estudar para a Bila durante anos e que no final tenha ficado a conhecer só a Universidade, o centro comercial, o Pioledo (zona de bares e cafés) e talvez as poucas discotecas que existem na cidade. Não conhecem o miradouro, as inúmeras Tunas, os covilhetes, as cristas de galo, a tradição do pito e da gancha, o ilustre Baca Belha, entre outros recantos e tradições que fazem jus às palavras de Miguel Torga sobre este “Reino Maravilhoso”. 

Quero acreditar que ainda existem bons praxadores ou pelo menos pessoas que percebam a essência da praxe e que vêem na Universidade algo mais que simplesmente um sítio onde tirar um curso. Em vez de haver campanhas anti-praxe, deveria haver mais campanhas da boa praxe! Vamos acabar com a má praxe, que, infelizmente, já existia mas que se está a instalar em força nas academias. Vamos elevar o espírito académico. Vamos manter esta tradição tão linda que é trajar pois em mais lado nenhum no mundo isso existe! 

E o órgão que está a tentar preservar isso na nossa academia é o Conselho de Veteranos. Um bem-haja a esse pessoal fantástico que por “amor à camisola”, agora que a época da “caça” começou, vai percorrer a Bila de uma ponta à outra não só numa de controlar a praxe mas numa de tentar manter os valores que referi. A verdade, contudo, é que cabe a toda a gente da academia que isso aconteça! 

Há certas tradições que não deveríamos deixar morrer…

20 de setembro de 2014

Didn't know I was lost...


Feeling my way through the darkness
Guided by a beating heart
I can't tell where the journey will end
But I know where to start

They tell me I'm too young to understand
They say I'm caught up in a dream
Well life will pass me by if I don't open up my eyes
Well that's fine by me

So wake me up when it's all over
When I'm wiser and I'm older
All this time I was finding myself
And I didn't know I was lost

I tried carrying the weight of the world
But I only have two hands
Hope I get the chance to travel the world
But I don't have any plans

Wish that I could stay forever this young
Not afraid to close my eyes
Life's a game made for everyone
And love is the prize

So wake me up when it's all over
When I'm wiser and I'm older
All this time I was finding myself
And I didn't know I was lost

Didn't know I was lost
I didn't know I was lost
I didn't know I was lost
I didn't know


Nota: por acaso é das músicas "mainstream" que gosto bastante mas esta cover está qualquer coisa de especial! O que é que vocês acham?

12 de setembro de 2014

Transmontano


Andava a circular nas redes sociais uma página com várias expressões que só se ouve em Trás-os-Montes e o que eu não me ri com isto, LoL! Bem me lembro de ensinar isto aos meus colegas de fora, quando andava na universidade e agora no trabalho pois tenho colegas de todo o país.
Deixo-vos com as mais comuns e engraçadas:
Arrebunhar - é exactamente o mesmo que “arranhar”, só que com mais uma sílaba gratuita. Em vez de “O azeiteiro do teu gato arranhou-me o braço todo”, podes dizer “O azeiteiro do teu gato arrebunhou-me o braço todo”, mas com pronúncia transmontana, claro.  
Cibo - esta palavra significa exatamente o mesmo que “bocado”, podendo substituí-la em qualquer contexto. Ao lanche, numa terra transmontana, será comum oferecerem-te um “cibo de pão com manteiga”, por exemplo. 
Bardino/Gandulo - são palavras utilizadas para descrever um indivíduo vadio, meio delinquante. o Justin Bieber, por exemplo, é um bardino.

Surro - quando alguém tem algum tipo de sujidade na pele, por exemplo (os lapouços têm frequentemente sujidade que vem da comida que espalham), pode dizer-se que tem surro. “Ó garota vai-te lavar que estás cheia de surro na cara!” é uma expressão que se ouve várias vezes, quando se lida com crianças. Cultura X

Eu gostaria ainda de acrescentar:

Molifar - que é a considerada chuva molha-tolos, para os transmontanos consideramos isso molifar.
Reco - esta é a melhor e quase nenhum transmontano se lembra que isto é totalmente estrangeiro a pessoas para lá do Marão pois "reco" uma palavra tão normal no nosso quotidiano quer dizer porco. 
Chuço - na verdade, a sonoridade da palavra é "txuço" tal como chuva é a "txuba" e quer dizer guarda-chuva.

8 de setembro de 2014

Mythos Academy series



"I was wondering how long you were going to let something like that slide. It's a major  breach of etiquette you know, not striking back at your enemies in a timely fashion."

Ora bem, eu comecei a ler esta série de livros devido à minha paixão da saga The Covenant que retrata a mitologia grega nos dias de hoje. No entanto, a Mythos Academy da Jennifer Estep, leva isso a um nível mais acima englobando todas as mitologias e obviamente todos os seus descendentes. Até porque a Mythos Academy é isso mesmo, uma academia para todos os descendentes de todas as mitologias para aprenderem a proteger-se de um Deus malvado e dos seus lacaios. 

O enredo até é interessante, a interacção entre as personagens está bastante boa e até com algum sentido de humor mas... (e vocês já sabiam que iria haver um "mas") a autora perde-se muitas das vezes nas descrições desnecessárias, não no sentido de demorar uma página a descrever as estátuas de uma biblioteca mas sim descrições repetitivas. De um livros para os outros, descreve tudo como se fosse a primeira vez mesmo que no livro passado já tenha falado naquilo até à exaustão. Tudo bem colocar um ponto ou outro para o leitor se lembrar do sítio ou situação mas não tudo espelhado inúmeras vezes. Ao final de algum tempo, eu que até gosto escrita descritiva, até a mim me chateou.

Contudo, mesmo assim li os estes quatro livros com esperança que ao longo dos livros a coisa melhorasse, o que não ocorreu. Acho que esta série de livros é um desperdício pois até tinha bastante potencial para ser algo de especial. A personagem principal não é a típica personagem feminina "coitadinha" e vai descobrindo o seu poder ao longo dos livros portanto segues a evolução da personagem em si, incluindo as personagens secundárias. 
O que chateia é que além das descrições desnecessárias tem também que a história acaba por ser um bocadinho previsível, perdendo o elemento surpresa que tanto adoro em livros.

Considero a saga The Covenant muito mas mesmo muito melhor. E é um bocado difícil aconselhar estes livros sabendo que há sagas bem melhores por aí mas se nunca leram nada do género fantasia tocando na mitologia (seja ela qual for), estes livros são um bom começo.

4 de setembro de 2014

Reino Maravilhoso...


...amanhã, aqui vamos nós!

Mas antes vou ter um turno on-call, por isso isto vai correr muito bem ou vai correr muito mal! LoL O meu on-call, acaba ás 8 da matina e o táxi para o aeroporto é meia hora depois. Estão a ver o porquê da minha ansiedade? Ahahah.

2 de setembro de 2014

Perfumes


Eu definitivamente sou uma Armani girl, pois além dos meus lindos relógios, não consigo resistir aos perfumes da Armani, tanto o de inverno como o de verão. Já experimentaram?

Uma das vantagens de viajar tanto é que nos aeroportos os perfumes são mais baratos. Claro que não só os perfumes, é também o tabaco e álcool mas é também as sapatilhas de marca e afins. Por isso, Tuga que é Tuga procura a pechincha, daí tendo a comprar os meus ricos perfumes quando estou no aeroporto.