30 de agosto de 2019

The Disappearance of M.M.



Eu comecei a ver esta série-documentário e logo no primeiro episódio fiquei a ferver... Não será por acaso que eu tenha deixado esta review para o final de Agosto pois assim temos todos o nosso comportamento enquanto estamos de férias assim fresquinho.
Para vos explicar por alto, apesar de não haver spoilers pois toda a gente, infelizmente, sabe o resultado. A série segue a linha de investigação, desde quando aconteceu em Portugal até ao presente quando passou por várias agências.

Em primeiro lugar, quero dizer que, agora como mãe, o meu coração ficou assim comprimido no meu peito só de pensar na possibilidade de isso acontecer ao meu Príncipe. Apesar de ir dissecar a série e o que aconteceu, a verdade é que uma criança ainda está desaparecida.

Relativamente ao que falam na série, acho que antes de tudo é preciso discutir a premissa de deixar as crianças (a Maddie de 3 e os gémeos acho que ainda não tinham 2 anos) em casa, durante as férias num país estrangeiro, enquanto jantavam num restaurante que era preciso atravessar a estrada.
Quando isto aconteceu pensei que talvez fosse a diferença cultural... Mas depois de falar com amigos ingleses, apercebi-me que isto não é de todo cultural, pois que eles aqui não fariam isso com os filhos deles. Que quando viram isso sentiram vergonha pois o resto do mundo pensaria que todos os ingleses são assim com os filhos e que se não fosse um casal tão "high class" que os Serviços Sociais estariam à porta.
Nós, portugueses, acho que sentimos uma vergonha nacional no sentido em que: como é que isto aconteceu no nosso país?! Eu lembro de ir a aldeias em Trás-os-Montes em que havia poucas condições sanitárias mas havia sim vários posters da Maddie!
O país e mesmo o mundo mobilizou-se à procura desta menina... e é uma das coisas debatidas. Há uma senhora que é duma organização de crianças desaparecidas e diz que se todas as crianças que desapareceram se elas tivessem aquela exposição toda, então a grande maioria dos casos era resolvida. Essas crianças seriam encontradas...
Um dos casos que me parte o coração pois aquela mãe é um cadáver andante e o meu, agora, coração de mãe entende-a perfeitamente: a mãe do Rui Pedro. O rapaz que desapareceu em Portugal e não teve o mesmo tratamento... Eu não estou a criticar, apenas a demonstrar que o Rui Pedro de uma família humilde não teve a mesma exposição do que uma criança filha de médicos ingleses.

Depois de falar sobre o que aconteceu naquela noite, de os pais estavam a jantar e iam vendo as crianças, quando a polícia investigou o grupo (pois eram vários pais, amigos, que estavam no mesmo barco) deu várias timelines. E agora vocês dizem-me "mas é normal tu não saberes as horas ao certo". Correcto. Mas não mudar a timeline completamente, quando o que eles disseram foi que estavam constantemente a verificar as horas para ver se era a altura de ir ver se os miúdos estavam bem. Então aí teriam uma ideia concreta da timeline dos acontecimentos... Mas isso não foi investigado mais, ficando mais uma pergunta por responder.

A seguir foi a série basicamente enxovalhar a nossa polícia e as investigações, que não estou a dizer que foram cinco estrelas. Não foram mas há explicação para isso... Não temos os mesmos meios e fundos da Scotland Yard, a polícia que os ingleses estão habituados. Contudo, ainda antes disso é mencionado que eles chamaram a polícia e que não foi ninguém logo de imediato. Mencionam isso mas não investigam mais... mas a polícia não foi porquê? Será que alguém efectivamente os chamou? Ou será que alguém fez uma investigação interina para perceber o que aconteceu?

Mais perguntas por responder...

Relativamente ao Gonçalo Amaral, o detective do caso, não sei muito bem o que pensar... não sei se ele tinha razão ou não. O que eu não concordo foi o facto de ele ter escrito um livro, ganhando dinheiro com a situação, criando ainda mais sensacionalismo... mas isso é a minha opinião.

Relativamente à investigação dele, que levou para investigar os pais depois de se efectuarem inúmeras buscas... que a série é muito rápida a criticar a polícia mas agradecer pelas buscas por terra e mar, tanto por profissionais como por civis, foi assim ao de leve. O que eu acho que fica mal, mas pronto. A investigação leva-nos então para a casa e para os pais, vendo a timeline, recriações, questionários e... a parte que mais me impressionou: os cães.
Na investigação o governo britânico disponibilizou dois cães especialistas, um de encontrar sangue e o outro de encontrar cadáveres. Usaram esses cães para investigar a casa e o carro... Como com certeza viram nas imensas reportagens feitas na altura, os cães dão sinal que algo ali se passou mas é completamente diferente ver efectivamente os vídeos da investigação e os cães a farejar.
O cão de farejar o sangue, ainda foi naquela pois uma casa com crianças que a brincar se magoam, mãe pode estar a cozinhar e corta-se ou até mesmo o pai a tentar compor alguma coisa se aleija... isso é bastante relativo. Contudo, o que me atacou mesmo, foi o cão de farejar cadáveres. Deu sinal em casa e deu sinal no carro!
Depois o resto da série é basicamente a desacreditar os cães.. e nisso só tenho que dizer uma coisa, eu não sei de facto o que aconteceu mas sei que utilizamos essas unidades caninas para procurar sobreviventes em desastres ou até mesmo cadáveres. Mas nessas alturas ninguém desacredita, toda a gente bate palmas pelo seu serviço e pela especialização... Sim que é mencionado que aquela unidade em específica que foi a casa investigar, chegou mesmo a ir aos EUA para os "ensinar" naqueles cães especializados.

Porque é que eles foram tão rápidos a descartar os cães? Mais uma pergunta por responder.

 Depois falam dos media, que os media não ajudaram... Nisso estou de acordo 100% pois o comportamento dos media foi simplesmente doentio. Contudo, mais uma vez havia uma vontade de enxovalhar a media portuguesa quando a media inglesa foi para tribunal pelo mesmo ou pior comportamento. Não sei muito bem o que pensar sobre isso...

Infelizmente, a menina ainda não foi encontrada. Mostraram os McCann numa agência especializada em envelhecer retratos para ajudar com a procura de crianças desaparecidas. Contudo, acho que nesta investigação houve sim uma coisa boa que proveio... Uma das agências que eles usaram para investigar o desaparecimento da Maddie, levou a sua investigação para meios que seria difícil de pensar mas que tinham que colocar essa hipotese: pedofilia. Essa agência ao investigar o caso da Maddie, encontrou toda uma rede de pedofilía, que quando pararam as investigações entregaram tudo à polícia, ou seja, para os meios legais.

Eu gostava de poder concluir este post mas a verdade é que na série há muitas mais perguntas por responder e o meu lado científico pede mais informação, mais dados, para poder fazer uma conclusão ou juízo de valor... o que eu acho? Genuinamente, não sei.

O que é que vocês acham que aconteceu? O que acharam da série?

26 de agosto de 2019

Mood Hoover


Há tempos ouvi esta expressão em inglês e achei brutal! Uma pessoa Mood Hoover, basicamente que suga a vida dos outros. 

Eu em português vou chamar destas pessoas de "vampiros de sentimentos". E vocês pensam assim: ó C., tu não sei o que andas a fumar mas os vampiros não existem.
Excelente ponto queridos súbditos, contudo ponderem o seguinte, pensem nas pessoas com quem vocês estão e depois quando se despedem, ou já estão em casa, sentem que levaram uma sova de meia-noite ou que o vosso corpo decidiu ir correr a maratona e não vos disse nada. Podes estar com essa pessoa uma hora e sentes-te assim...
Depois de ler isto houve pelo menos uma pessoa que te veio à mente, lembraste-te logo de como te sentes depois de estares com essa pessoa. 

Vampiro!

Infelizmente não tenho uma receita para isto... A não ser talvez àgua benta e um bocado de alho (olha afinal tem receita mesmo).
Eu muito honestamente fujo um bocado de pessoas assim. Portanto claramente eu escolhi a receita do crucifixo e gritar "vá de retro Satanás". Daí achar que não sou a melhor pessoa para vos dizer como tratar destas personagens.

Como lidam com pessoas assim? 

24 de agosto de 2019

The London Tour: Notting Hill & Portobello market

Ora aqui vamos nós para uma zona bastante famosa de Londres...


Devido ao filme "Notting Hill" (que em breve irei mencionar na rúbrica Sala de Cinema, por ser um grande clássico) esta zona ficou para sempre na lista de sítios a visitar em Londres. E com razão! A disposição das casas coloridas é simplesmente fantástico, portanto enquanto estiverem a andar por esta zona, apreciem a arquitectura.


Depois quando tiverem já tiverem milhentas fotos das casas de Notting Hill, dirijam-se a Portobello Road, uma rua com 3 quilómetros repleta de lojas e tendinhas com o também conhecido Portobello Market. Este mercado teve inícios, por volta de 1800 mas ficou efectivamente famoso pela venda de antiguidades em 1950.
Actualmente, o melhor dia para visitar este mercado é sábado, apesar de haver sempre tendinhas nos outros dias, se querem a melhor experiência então sábado é mesmo o melhor dia, contudo se não quiserem confusão, aconselho os outros dias.
Além de venderem antiguidades, vendem coisas mais vintage e retro mas se não quiserem saber de coisas para comprar, só o caminhar por este mercado é fantástico pois esta rua é simplesmente vibrante e multi-cultural!

Já conheciam esta zona de Londres? Ficaram interessados em visitar?


Notting Hill & Portobello Market – estação: Notthing Hill Gate

Post anterior: The London Tour: Tube/Metro

22 de agosto de 2019

Comentários infelizes



Vocês já conseguiram perceber que eu sou uma "spoke person" para os baby blues. Quero que seja mais falado, quero que seja desmistificado e que seja aceite! Mas a verdade é que já algumas pessoas me perguntaram o que sentia ou pensava quando sofri de baby blues

Em primeiro lugar, agradeço imenso que me façam este tipo de perguntas pois demonstra interesse em saberem mais. E não como uma colega minha, quando me ouviu a falar sobre como me afectou na altura, me disse a mítica: "Mas tinhas o teu bebé... Não estavas feliz?"

Muito sinceramente não sei por onde começar a analisar este comentário imaturo e sem consideração dela... "Mas tinhas o teu bebé.", sim, infelizmente algumas mães não têm esse privilégio mas isso não significa que os meus sentimentos sejam menos válidos!
"Não estavas feliz?" E é aqui que eu quero falar sobre o que sentia... Eu já tentei explicar mais ou menos no post Síndrome de Mãe Perfeita, o que se passava na minha cabeça, os mantras que passavam e afins. Mas além disso tudo, o sentimento que tinha era que estava sumergida, como que a afogar-me. Parecia que os meus movimentos estavam lentificados, tal como quando estamos na água, e a minha cabeça também... 
Com uma diferença de que temos um ser pequenino dependente de nós. Ou seja, além de nos sentirmos lentificadas, sentimos a pressão de cuidar do nosso bebé. Que para uma nova mãe, a pressão é tanta que faria o titã Atlas um menino!

Quanto ao comentário da minha colega... até podia ter dito sem aquela intenção mas mesmo assim irritou-me, LoL. O que é que vocês acham? Ficavam irritadas ou acham que exagerei?

20 de agosto de 2019

I've got your number



“I feel a hotness behind my eyes. I have no idea why. I don't know why I suddenly feel affected. I want to type I admire you, but I can't bring myself to. Not even by text. Instead, after a moment's hesitation, I type:
I understand you.” 


Este foi tanto o meu primeiro de uma saga de audiobooks, como o meu primeiro livro da autora Sophie Kinsella (sim, pois após alguma pesquisa apercebi-me que ela tem imensos livros) e gostei bastante da sua escrita. É bastante fluida e tem imenso sentido de humor!

É um romance, que começa com a personagem principal, Poppy, numa busca frenética do seu anel de noivado que é uma herança de família. Eu pensei logo: isto começa bem, LoL.
Outra coisa fantástica são as "footnotes" da Poppy, que são sempre risada na certa. Contudo, a autora ainda menciona temas um pouco mais sombrios como a perda de família, que podia talvez explorado mais pois dava toda uma outra profundidade às personagens mas ficou um pouco no ar.
Em suma, é um livro "feel good", não muito profundo mas com passagens super engraçadas e algumas bem ternurentas (para quem leu o livro: quem é que quis ir dar um passeio para o bosque depois de ler o livro? Eheheheh).

Eu cheguei mesmo a pensar que o livro daria uma excelente RomCom, até comecei a imaginar que actores seriam os melhores para cada personagem, LoL. Contudo, houve certas e determinadas coisas que me irritaram no mau sentido... Como por exemplo: Poppy? De todos os nomes do mundo e Poppy?! Pode ser mesquinho da minha parte mas irritava-me sempre que ouvia o nome da personagem. 
Outra coisa foi a voz da narradora do audiobook, era assim um bocado estridente e irritante para os meus ouvidos. Para quem ouviu o audiobook, também acharam? Porém, mesmo assim o enredo fez-me ignorar a voz da mulher e ficar presa à história, ao ponto de me faltar 30 minutos de livro e estar ainda muita coisa para explicar ou acontecer, comigo do outro lado a ficar super ansiosa, LoL.

Excelente livro para desanuviar, por acaso. A ver se leio mais da autora...

E vocês? Já leram alguma coisa desta autora? Gostaram deste livro?


Review em vídeo: IGTV - I've got your number

18 de agosto de 2019

Chernobyl



Eu não vou conseguir fazer uma review de jeito como esta série merece... está demasiado brutal. Em todos os sentidos da palavra!

Esta série é sobre um dos grandes eventos pós-Segunda Guerra Mundial, a explosão do reactor de Chernobyl em 26 de Abril de 1986, que ainda se mantem como o pior desastre nuclear da história, matando milhares de pessoas e contaminando tanto a União Soviética como território europeu.

Adorei que os realizadores tenham incluído o horror das vítimas de radiação, para mostrar mesmo que é preciso ter imenso cuidado com radiação e para nos dar também uma ideia do que estavam a lidar as pessoas na altura.
Contudo, apesar das diferenças a nível de conhecimento e tecnologia, ao longo da série apercebemo-nos que o desastre de Chernobyl está rodeado de mentiras, omissões e politiquices... O que faz sentido se souberem um pouco da cultura soviética que era basicamente seguir o que o governo dizia cegamente.

Já viram esta série? O que acharam? 

14 de agosto de 2019

Feminismo ou Igualdade?


Eu sei que muitos homens dizem que nós mulheres somos um disco riscado com a cena de feminismo mas esta imagem diz tanto! Especialmente no século 21, dizem que as mulheres têm as mesmas oportunidades que os homens... contudo acho que além da corrida que é a sua carreira profissional, têm ainda um segundo emprego: cuidar da casa e cuidar da família, com tudo o que isso implica obviamente. Já para não falar que muitas sacrificam a sua carreira profissional! 

O que é que vocês acham? Apesar de que acho que agora as coisas estão a melhorar e os homens estão a fazer a sua parte em casa, acham que há igualdade?

12 de agosto de 2019

Sala de cinema: Forrest Gump




A verdade é que eu podia fazer toda uma secção de filmes clássicos só com o senhor Tom Hanks, LoL. Mas vamos, hoje, falar só deste grande filme, que foi lançado em 1994 e ficou imediatamente icónico!

O realizador Robert Zemeckis pegou em tudo que é Americana e colocou tudo no filme de uma maneira fantástica. A personagem principal Forrest Gump, que com um QI abaixo dos requerimentos da escola, a mãe resolve da maneira que podia pois o seu filho é tudo.
Então o mundo de Forrest revolve na mãe que para faz de tudo para oferecer o melhor futuro para o filho; a melhor amiga Jenny (que é representada pela Robin Wright que podem reconhecer da série House of Cards) por quem tem um amor deste mundo e do outro; futebol americano, chegando a esta posição pela sua capacidade de correr que nem um louco; herói da guerra do Vietnam, etc... Incluindo imenso contexto histórico, ou seja, Forrest contacta com JFK, Nixon, Elvis e outras celebridades.

Nesta viagem que é este filme, nós acabamos por nos apaixonar pela personagem pois Forrest, apesar das dificuldades, é honesto, corajoso e leal. Que nos faz ter um coração apertadinho quando, depois de todas as suas aventuras, da sua visão tão optimista da vida, de finalmente demonstrar o seu amor pela Jenny... descobre que tem um filho com ela e a pergunta que ele deixa no ar: Is he slow? Is he like me? (Ele é atrasado? Ele é como eu?) como que demonstrando que ele tem noção de como é. 
Lindo, lindo, lindo!

Vocês já viram este filme? Qual é a vossa parte favorita?

8 de agosto de 2019

Um bocadinho de amor, de mim para vocês...



Vocês provavelmente ouvem-me a dizer a mensagem "sejam vocês próprios" muitas vezes. Foi uma coisa que demorei a aprender e não quero que outras pessoas passem tanto tempo sem alguém lhes dizer:

"Tu és perfeito(a)!"

Contudo, é uma frase para se usar com cuidado. Devia dizer a toda a gente pois num mundo perfeito não há outsiders, só que há pessoas que não preparadas para que alguém lhes dizer para celebrarem a sua singularidade. Há pessoas que vão ganhar raiva, há pessoas que te vão atacar quando estás a tentar dizer para abraçarem as suas idiossincrasias pois... Não estão preparadas.

Possivelmente a pessoa não quer "ser ela própria" pois ainda não está confortável com ela própria. Seja física, psico ou emocionalmente. Ou então possivelmente quer ser aceite no grupo ou nos ideais da sociedade pois é o objectivo que lhe impuseram.
Eu sei disto pois eu já o vi e infelizmente não tenho uma receita milagrosa para chegarem ao ponto de efectivamente se sentirem bem convosco próprios... Exige muito trabalho, exige muita auto-introspecção e exige muita fibra de olharmos os nossos maiores defeitos nos olhos!

Vai doer mas vai valer tanto a pena. E é por isso mesmo que eu vou continuar a dizer... Mesmo que vocês não estejam preparados, eu vou-vos dizer pois alguém tem que vos dizer que vocês são lindos, únicos e maravilhosos, exactamente como são.


P.S. - sim, a música de ontem inspirou-me bastante, LoL.

6 de agosto de 2019

I make no apologies, this is me!



I'm not a stranger to the dark
Hide away, they say
'Cause we don't want your broken parts
I've learned to be ashamed of all my scars
Run away, they say
No one will love you as you are

But I won't let them break me down to dust
I know that there's a place for us
For we are glorious

When the sharpest words wanna cut me down
I'm gonna send a flood, gonna drown them out
I am brave, I am bruised
I am who I'm meant to be, this is me
Look out 'cause here I come
And I'm marching on to the beat I drum
I'm not scared to be seen
I make no apologies, this is me

Another round of bullets hits my skin
Well, fire away 'cause today, I won't let the shame sink in
We are bursting through the barricades
And reaching for the sun (we are warriors)
Yeah, that's what we've become

Won't let them break me down to dust
I know that there's a place for us
For we are glorious

When the sharpest words wanna cut me down
Gonna send a flood, gonna drown them out
I am brave, I am bruised
I am who I'm meant to be, this is me
Look out 'cause here I come
And I'm marching on to the beat I drum
I'm not scared to be seen
I make no apologies, this is me

And I know that I deserve your love
There's nothing I'm not worthy of
When the sharpest words wanna cut me down
I'm gonna send a flood, gonna drown them out
This is brave, this is bruised
This is who I'm meant to be, this is me

Look out 'cause here I come (look out 'cause here I come)
And I'm marching on to the beat I drum (marching on, marching, marching on)
I'm not scared to be seen
I make no apologies, this is me

(Whenever the words wanna cut me down
I'll send the flood to drown them out)
I'm gonna send the flood, gonna drown them out

This is me


Nota: esta música do musical "The Greastest Showman" parece que foi escrita para toda a gente que se sente um outsider... a verdade é que todos nós com as nossas singularidades somos fantásticos! 

4 de agosto de 2019

Lore Olympus


Acho que vocês já se aperceberam que eu adoro mitologia grega... Então quando descobri este comic, fiquei super curiosa mas não estava de todo preparada para o que aí vinha! Mas vamos por partes, senão isto torna-se na review da saga The Covenant em que não consigo ter uma conversa coerente, LoL.

Portanto, Lore Olympus é um web comic creado pela Rachel Smythe, que se pode ler gratuitamente no Webtoon (que é uma app gratuita e nem sequer precisam de criar um log in se não quiserem)! E é basicamente o mito de Persephone e Hades recontado, assim num contexto mais moderno e contemporâneo. 

As razões que me levou a ficar viciada neste comic?

A arte é simplesmente fantástica. Eu a princípio pensei que as cores eram assim meio aleatórias e ao gosto da autora mas não, a palete de cores tem toda uma razão por trás. Por isso, além da história em si vos encanta, a arte em si, cheia de pequenos detalhes, esquema de cores, representando cada personagem minutamente... acaba por vos prender!

Aliás logo no primeiro capítulo vê-mos o Hades sempre de fato e gravata, aliás a frase “Hades, all the fine suits in the world…won’t change the fact that you stink of death.” é mesmo dita. E como esta frase há muitas coisas que são ditas e mostradas ao leitor que gritam na quantidade de detalhe que a autora está a colocar no comic. 

Vocês estão a ler, muito descansadinhos, e estão a apreciar estes pequenos-grandes detalhes, a apreciar a visita de muitos deuses, ninfas e outras personagens da mitologia grega... Até que chegam a um determinado capítulo e o vosso coração não está preparado. 

Mas não quero fazer spoilers, por isso deixo só o aviso que esta comic não é para os fracos de espírito, contudo é excelente para rir, ficar chateado, chorar e até mesmo dizer "same", LoL.

E vocês, conhecem esta comic? O que acharam? Ou ficaram interessados em ler?