18 de outubro de 2019

Parabéns, você teve um Príncipe!


Este menino é o que me levou tanto à exaustão como à felicidade extrema.
Este menino, já na minha barriga tinha um sorriso maroto. Sim, porque na ecografia 4D, ele deu-nos o ar de sua graça.
Este menino é o que canta quando come satisfeito.
Este menino é o que faz o beicinho mais lindo quando está mesmo sentido com alguma coisa.
Este menino que desde que nasceu gosta de mexer e segurar os nossos dedos, só para se sentir próximo e o nosso apoio.
Este menino é o que tem imeeensas cócegas.
Este menino é o que adora dar e receber imensos miminhos.

Este menino faz hoje 2 anos que entrou de rompante na minha vida!

14 de outubro de 2019

Tuesdays with Morrie



Eu realmente não sabia do quanto eu precisava deste livro de Mitch Albom, contudo, tenho que vos aconselhar a ouvirem o audiobook e irei explicar o porquê nesta review.

Já há algum tempo que um livro não me deixava emocionada desta forma. Não é pelo facto de o Morrie se ir desvanecendo à frente dos nossos olhos pois também eu já perdi pessoas, também eu já fiz luto algumas vezes, umas de forma mais saudosa que dolorosa, outras como se tivessem arrancado parte de mim.  

O livro em si, mostra-nos duas pessoas, o Morrie, o eterno professor e o Mitch o seu eterno aluno, que se encontravam todas as terças-feiras, quando Morrie foi diagnosticado ALS. Então o livro mostra-nos mesmo esse caminho...

Então fala-nos de que devemos levar a vida como um milagre que nos é oferecido, coisa que muitas das vezes com a nossa rotina nos esquecemos e que a vida é efectivamente uma experiência que cada um vive de forma diferente, que cada um de nós vê e sente à sua maneira.
Chega mesmo a dar uma "vibe" de livro de auto-ajuda mas a verdade é que Morrie está de facto a nos ajudar, lembrando-nos que somos maravilhosos à nossa maneira, assegurando-nos que não estamos sozinhos dos momentos maus.

Aliás este livro fez-me lembrar de muitas conversas, sim, porque o livro é essencialmente muitas conversas entre os dois homens. Conversas com amigos. Ou seja, o que me marcou e me deixou como que saudosa, não foram as saídas à noite ou festas mas sim conversas brutais. Lembrou-me assim momentos de verdadeira felicidade.

Até ao final do audiobook, eu estava a conter as lágrimas mas eu deixei-as cair, finalmente, pois mesmo depois do livro ter acabado, o audiobook contém bocados das verdadeiras entrevistas... com a voz maravilhosa de Morrie e os seus ensinamentos. 

Vocês podem não saber mas vocês precisam de ler este livro! Aconselho-vos do fundo do coração.

Já conheciam o livro? Ficaram com curiosidade para ler?


P.S. - Não se esqueçam de passarem no Instagram do Reino para verem o vídeo desta book review!

12 de outubro de 2019

Mais uma voltinha...


...para o nosso Reino Maravilhoso!

Hoje estamos de viagem para mais uma visitinha à nossa família, aos nossos amigos, aos nossos lugares favoritos e às nossas queridas montanhas... para umas férias bem merecidas.

Vendo bem as coisas, o Príncipe já é um viajante nato! Viaja desde os 3 meses e normalmente porta-se muito bem no avião mas envolve sempre muita brincadeira e distração, LoL. 

Desde início que vai no meu colo mas desta vez vai ser a primeira vez que vai no lugar sozinho... vamos a ver como corre!

Já alguma vez andaram de avião? 

10 de outubro de 2019

Educação



Há uns tempos publiquei este vídeo no Instagram do Reino... Com o início de um novo ano lectivo não acham que devia haver umas quantas mudanças?

8 de outubro de 2019

Histórias Infantis


Acho que em pleno século XXI ainda existe um pouco de preconceito contra filmes de animação, dizendo que são meras histórias infantis sem interesse para adultos... Na minha opinião, esse pessoal não sabe o que diz.

Eu acho que muitas animações têm reflexões importantes ou difíceis que até adultos deviam aprender. Já antes de ter o Príncipe tinha imensa atenção com as mensagens que passamos aos nossos pequenos com o que eles vêem.

Como por exemplo, o filme da Mulan, que ensina a não teres medo de seres tu próprio mesmo que não te enquadres nos moldes que a sociedade impõe; fala também na discriminação de género; honrar a família; perseverança e coragem para não seres a típica "princesa em apuros".
Ou o Inside Out (que foi um filme que fui ver e saí a dizer: isto não é para crianças) que fala maravilhosamente sobre depressão, a formação de memórias e a importância de todos os sentimentos.
Ou a Pocahontas que fala sobre racismo, machismo e ainda o respeito das crenças de cada um.
Ou o Wall-E que mostra a destruição da Terra, fala do consumismo, obesidade e ainda da dependência da tecnologia.
Ou a Brave que menciona feminismo, a importância da família e as suas tradições. Além do conceito que as meninas têm valor e também são corajosas e que nem todas querem ser princesas.
Ou, ainda, A Bela e o Monstro que tem o machismo personificado pelo Gaston, fala na maravilhosa paixão pelos livros, fala nos valores familiares, não julgar o livro pela capa (beleza interior) e também enfrentar os medos ou uma situação difícil com coragem.
Ou o Big Hero 6 que menciona a importância do estudo, da família e o apoio dos amigos.
Ou, também, o tão famoso Frozen, que fala sobre a "impossibilidade" do amor à primeira vista, auto-aceitação e ainda amor de família.

O que acham destas mensagens em filmes de animação para crianças? Acrescentariam mais algum?

6 de outubro de 2019

We're all born naked and the rest is drag!


Who you waiting for?
Another savior
Always looking but you never find
Never find

Waking up from
Another night gone
Always looking but you never find
Never find

Going downtown
You know where you going
Throw your top down
Like you know where you going
Tell me one thing
Do you like where you going
Ignoring all of the signs

I'm telling the truth now
We're all born naked and the rest is drag

Who-who, who do you think you are?
Who-who telling the truth now
Who-who, who do you think you are?
We're all born naked and the rest is drag

A lonely highway
You drove the wrong way
Always chasing down the fantasy-fantasy
A sexy muscle car
Under the radar
Always looking but you never see-never see

Going downtown
You know where you going
Throw your top down
Like you know where you going
Tell me one thing
Do you like where you going
Ignoring all of the signs

I'm telling the truth now
We're all born naked and the rest is drag

Who-who, who do you think you are?
Who-who telling the truth now
Who-who, who do you think you are?
We're all born naked and the rest is drag

I'll say it again
It's never been the clothes that make the man
Nothing can
Leave your baggage behind
And I said

I'm telling the truth now
We're all born naked and the rest is drag

Who-who, who do you think you are?
Who-who telling the truth now
Who-who, who do you think you are?
We're all born naked and the rest is drag


Nota: RuPaul aka Mama Ru é que sabe!

4 de outubro de 2019

The Seven Husbands of Evelyn Hugo



“Never let anyone make you feel ordinary.”

“Heartbreak is a loss. Divorce is a piece of paper.”


Eu tenho que ser sincera e dizer que com este livro, eu estou sem dúvida a apaixonar-me pela escrita da autora Taylor Jenkins Reid. Depois do Daisy Jones and The Six, li este livro e mais uma vez a capacidade desta autora de contar uma história é simplesmente fantástica, que nos faz esquecer mesmo que as personagens não existem.

Este livro é como que uma biografia de um ícone de Hollywood da era dourada do cinema. Mostrando a componente psicológica por detrás desse mundo e o que é verdadeiramente uma celebridade. Contudo, mais que uma mera biografia, menciona maravilhosamente várias formas de amor ou paixão.Tal como a evolução do papel da mulher na sociedade, pois a ideia era a mulher ficava em casa a cuidar das crianças e a cozinhar para o marido, sem possibilidade de uma carreira própria ou até mesmo sem valor a nível profissional. 

Aliás uma das citações que me ficou na cabeça pois infelizmente ainda hoje se podem usar é “Make them pay you what they would pay a white man.”. Por isso incontestavelmente este livro tem um grande nuance feminista e com razão! 

Faz também uma menção e quase como que um "ainda temos muito que mudar" no que toca aos direitos humanos (gay rights), sim porque este romance, tem uma grande componente LGBT e falando muito honestamente de como as pessoas se visualizam, para além do quanto tinham que esconder naquela altura.

Acho que deste livro só tenho uma crítica, que no início do mesmo, é logo divulgado um pequeno spoiler para o plot twist no final do livro, o que estragou um pouco a surpresa para mim. É simplesmente uma dica, do género "espera que vem aí bomba." em vez de termos a surpresa total do plot twist assim como que uma chapada na cara. 
Contudo, eu não o consegui antever de todo! E até para outra pessoa até pode não ter sido um ponto negativo do livro mas para mim foi pois eu queria ser surpreendida. 

Aconselho vivamente a lerem este livro e estou mortinha por ler mais da autora pois ela prende-nos a estas histórias de uma maneira incrível!


Review em vídeo: IGTV - The seven husbands of Evelyn Hugo

2 de outubro de 2019

The London Tour: The Old Operating Theatre

Hoje vou falar de um museu um pouco diferente mas que me disse muito. É pequenino portanto não vai tomar muito do vosso tempo precioso nesta capital fantástica!


Já fui várias vezes a este museu, que é basicamente o bloco operatório mais antigo de Inglaterra. E onde fica perguntam vocês? No sótão da antiga Igreja do hospital St.Thomas e a atmosfera do museu em si dá-vos um grande insight sobre a medicina e cirurgia do século 18. 

Para entrar efectivamente neste museu é preciso entrarem na antiga Igreja e de lado tem uma escadaria em espiral com 52 degraus, o que só por si já é fantástico se pensarmos como é que levavam os doentes por ali. 

É mesmo difícil colocar por palavras aquele museu, pois tem um pouco de tudo. Desde instrumentos desse século, medicamentos vintage e mostrava ainda técnicas para pequenos males (que me fez pensar que naquela altura mais valia estar doente que morrer com a cura, LoL).
A minha parte favorita do museu é precisamente um quadro dentro do bloco operatório, por cima de uma bacia de porcelana, chinesa, com um letreiro a dizer "Era nesta bacia que os cirurgiões lavaram as mãos depois das cirurgias e ocasionalmente antes das mesmas."

Ainda hoje o museu é bastante visitado e continua a colocar exibições ou palestras. Por exemplo todos os sábados e domingos, podem observar como um estudante de medicina do século 18, a uma representação de uma cirurgia (antes de sequer existir a possibilidade de anestesia)

Aconselho vivamente se quiserem uma pequena visão do que era a vida no século 18 e como a ciência evoluiu ao longo destes séculos!

Museu The Old Operating Theatre - estação London Bridge

30 de setembro de 2019

O fascínio da cirurgia


Há tempo falava sobre o meu trabalho com um seguidor e como ele não o faria nem pago a ouro, LoL.

A verdade é que eu gosto imenso do que faço... Para quem não sabe, eu sou enfermeira e trabalho no Bloco Operatório.
Na realidade, é que eu fui para o B.O. porque me perguntaram se eu queria ir, tendo em conta que tinham imensas vagas.

"Vou experimentar!" pensei eu, "Se não gostar passados 6 meses, lá mudo para outro serviço."

Passados quase 8 anos, cá estamos... Na mesma no B.O. e já não me consigo ver a fazer outra coisa. A cena brutal deste departamento em si, é que cada cirurgia é diferente pois somos todos diferentes. Além disso no meu hospital temos muitas especialidades (ortopedia, geral, obstetrícia, ginecologia, etc) e temos também emergência (que é o que eu faço mais de momento), o que faz com que cada dia de trabalho seja diferente.
Temos dias bons, em que é a verdadeira galhofa e fazemos o nosso trabalho com uma perna às costas. Contudo temos dias em que são muito difíceis de digerir. 
Há tempos estava indecisa se partilhava um dos dias maus e no fim decidi que não... pois se eu que faço disto vida, me é difícil lidar com certas coisas, quanto mais pessoas que nem sequer são da área... 

Isto porquê?

Porque com o que partilho aqui, não quero que pensem que o meu trabalho é sempre super divertido e uma alta animação. Estamos a cuidar e a salvar vidas... por vezes é mesmo muito difícil.

Qual é a coisa que mais gostas e a coisa que menos gostas do teu trabalho?

28 de setembro de 2019

Sala de Cinema: Breakfast at Tiffany’s


Claro que eu tinha que mencionar este filme, que apesar de ter estreado nos cinemas em 1961 e já com alguma idade, continua o clássico favorito de muita gente. Já para não falar da lendária e maravilhosa Audrey Hepburn!

É uma comédia romântica que foi um marco para muitos outros filmes e personagens. Como é que esse sucesso foi possível, tendo em conta que a história é basicamente sobre uma call-girl e um gigolo?  Com um slogan de "Give a girl lemons and she will make a martini." como é que não poderia ser um sucesso?!

A nossa personagem principal, Tiffany é basicamente uma mulher incapaz de amar. Ela considera-se um "free spirit", uma mulher independente e aventurosa que vive apenas no momento. Contudo, é interessante como uma história sobre este tipo de profissionais, não tem nada haver com sexo. Pois apesar da sua profissão, nunca sabemos se ela efectivamente faz sexo com os homens não sabemos pois essa questão fica um bocado no ar. 
Mas o que não fica no ar, é o facto de ela os usar. Apesar da sua aura leviana e atitude optimista, ela é de facto bastante solitária. Acho que isso é simplesmente uma reflexão de como ela se vê a ela própria pois se ela parar e olhar para o seu reflexo, seria capaz de não gostar do que vê. Por isso talvez a razão pela qual ela seja incapaz de amar, é porque ela não se consegue amar a ela própria? 

Ela consegue namoriscar com alguém mas a partir do momento em que algo começa a tornar-se sério ou a despertar outro tipo de sentimentos, ela fica assustada e foge. Ela vê o amor como uma jaula. Por isso é que aquele homem é o ideal para ela pois podem-se ajudar um ao outro... Tal como ele a tenta ajudar dizendo a famosa frase: "No matter where you go, you just keep running into yourself."

Aconselho vivamente a verem este filme tão icónico sobre redenção, que chega mesmo a transcender géneros!

Vocês já viram este filme? Qual é a vossa parte favorita?

24 de setembro de 2019

Amor de Mãe

Uma coisa que me disseram enquanto estava grávida, foi que não ficasse triste se não sentisse "amor" pelo Príncipe logo-logo. Na altura este conselho ficou-me na cabeça e recentemente voltei a pensar nele enquanto olhava para o Príncipe...

Enquanto ele brincava, eu senti aquele amor que nos preenche, arrebatador e tão difícil de colocar em palavras, apenas sabendo que faria tudo por ele. Não que não fizesse tudo por ele quando nasceu ou que não o amasse mas era um amor diferente... um amor mais visceral, do género "é a minha cria e tenho que a proteger". 

O meu amor por ele evoluiu... parece que ao longo dos meses, cada vez mais dava por mim a olhar para ele e a pensar "como é que uma criatura tão maravilhosa veio de mim?". Fui-me lenta mas arrebatadoramente me apaixonado por ele!

Então esse conselho me veio à cabeça e é tão verdade. A sociedade diz-nos que temos que nos comportar ou sentir de uma forma mas depois quando na realidade não nos sentimos assim, pensamos que algo está de errado connosco mas a verdade é que simplesmente somos todos diferentes.

Não me interpretem mal, eu ainda tenho um amor visceral que me diz que se alguém tentar fazer mal ao meu Príncipe, que eu vou virar mãe-leoa, pronta para proteger a sua cria mas agora é muito mais que isso... Apaixonei-me por cada traço dele e pela personalidade dele. O que fez com que houvesse o derradeiro level-up e em vez de mãe-leoa, serei mãe-dragão! LoL.

Isto para dizer o quê?

Não se prendam às conformidades da sociedade! E se estão grávidas ou se conhecem alguém que vai ter um bebé, partilhem esta mensagem pois há certas coisas que podem não fazer sentido agora mas mais tarde ou mais cedo voltam...



22 de setembro de 2019

Montague Siblings series


“We're not courting trouble," I say. "Flirting with it, at most.”  - The Gentleman's Guide to Vice and Virtue
“Because women don't have to be men's equals to be considered contenders; they have to be better. That's the lie of it all. You have to be better to prove yourself worthy of being equal.”The Lady's Guide to Petticoats and Piracy

Quem me aconselhou esta duologia, da autora Mackenzi Lee, foi a The Phoenix Flight e mais uma vez não fiquei desiludida com as sugestões dela!
Estes livros são tão deliciosamente britânicos que vocês não têm ideia, LoL. Aliás se vocês quiserem uma pequena visita ao estar, sarcasmo e humor britânico, esta saga é o ideal...

Os livros passam-se então no século XVIII quando dois irmãos, Henry e Felicity, juntamente com o seu grande amigo, Percy, vão viajar pela europa. Como que um interrail vitoriano, contudo com o desenrolar da história apercebemo-nos que o livro é maravilhosamente LGBTQ+ mas para além de um mero romance, tem uma grande aventura!

Em ambos os livros, gostei muito da palpável evolução das personagens. E apesar de apreciar ambos os livros, tenho um especial afecto pelo segundo livro.

O segundo livro capta muito bem questões que ainda hoje são tabu ou existe ainda muito preconceito. Já para não falar do feminismo, não descurando a dica de que muitas vezes não são só os homens que nos colocam obstáculos mas sim mulheres também e como, a maior parte das vezes, nós somos os nossos maiores críticos.

Aconselho vivamente a lerem estes livros pois gostei mesmo. Vocês já leram este livro? O que acharam?


Review em vídeo: IGTV - Montague Siblings

20 de setembro de 2019

Riddikulus Quiz

Em jeito de celebração do dia 1 de Setembro, o dia em que os alunos vão pela plataforma 9 3/4 para Hogwarts, eu e o Maridão fizémos um jogo de Trivial Pursuit de Harry Potter... este foi o resultado!




P.S. - Acertaram nas perguntas todas?

18 de setembro de 2019

Vencedor(a) da Giveaway e... mais uma surpresa!




O vencedor, da primeiríssima giveaway do blog, já foi anunciado no Instagram do Reino e foi a conta Livrólicos Anónimos. Muitos parabéns!




Hoje, além de vos anunciar o vencedor, quero também mostrar-vos o início de uma parceria com a Sara Alfano. Uma fotógrafa maravilhosa e pensem... se estas fotos são as fotos da palhaçada, imaginem as verdadeiras! Iremos fazer um projecto em conjunto e mal posso esperar por partilhar com vocês. O que é que vocês acham?


Nota: o vencedor tem 24 horas para me contactar, se não o fizer, irei refazer o sorteio.



16 de setembro de 2019

Any way the wind blows...


Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide,
No escape from reality.

Open your eyes,
Look up to the skies and see,
I'm just a poor boy, I need no sympathy,
Because I'm easy come, easy go,
Little high, little low,
Any way the wind blows doesn't really matter to me, to me.

Mama, just killed a man,
Put a gun against his head,
Pulled my trigger, now he's dead.
Mama, life had just begun,
But now I've gone and thrown it all away.

Mama, ooh,
Didn't mean to make you cry,
If I'm not back again this time tomorrow,
Carry on, carry on as if nothing really matters.

Too late, my time has come,
Sends shivers down my spine,
Body's aching all the time.
Goodbye, everybody, I've got to go,
Gotta leave you all behind and face the truth.

Mama, ooh (any way the wind blows),
I don't wanna die,
I sometimes wish I'd never been born at all.

I see a little silhouetto of a man,
Scaramouche, Scaramouche, will you do the Fandango?
Thunderbolt and lightning,
Very, very frightening me.
(Galileo) Galileo.
(Galileo) Galileo,
Galileo Figaro
Magnifico-o-o-o-o.

I'm just a poor boy, nobody loves me.
He's just a poor boy from a poor family,
Spare him his life from this monstrosity.

Easy come, easy go, will you let me go?
Bismillah! No, we will not let you go. (Let him go!)
Bismillah! We will not let you go. (Let him go!)
Bismillah! We will not let you go. (Let me go!)
Will not let you go. (Let me go!)
Never let you go (Never, never, never, never let me go)
Oh oh oh oh
No, no, no, no, no, no, no
Oh, mama mia, mama mia (Mama mia, let me go.)
Beelzebub has a devil put aside for me, for me, for me.

So you think you can stone me and spit in my eye?
So you think you can love me and leave me to die?
Oh, baby, can't do this to me, baby,
Just gotta get out, just gotta get right outta here.

Nothing really matters,
Anyone can see,
Nothing really matters,
Nothing really matters to me.

Any way the wind blows.


Nota: já tinha mencionado esta música dos Queen, tantas vezes no blog e nunca a tinha efectivamente colocado nas músicas do blog... Shame! Shame! Shame! LoL.

14 de setembro de 2019

The London Tour: Wembley

Tenho mencionado vários museus para vocês visitarem, contudo, hoje vou falar de outro tipo de museu...


Para os aficionados do futebol, nós estamos mais que habituados que o nosso estádio nacional esteja a cair aos bocados mas, a verdade é que, os camónes têm muito orgulho no seu: o Wembley. E com razão! Aquilo é majestoso, aquilo é grandioso... 

Nós chegamos, não só a ver o estádio, mas como também fizemos a tour! Sim, podem fazer toda uma tour pelo estádio... Passamos por locais VIP, temos uma vista privilegiada no estádio, vamos aos dressing rooms onde estão camisolas de diversos jogadores, à sala de aquecimento dos jogadores, sentamo-nos na Royal Box, à sala de imprensa, entre outras coisas.

Na tour vocês têm um guia e podem fazer as mais diversas perguntas. Uma das das nossas perguntas foi como é que era possível o estádio estar em tão bom estado, com cadeiras almofadadas, pessoas a levarem crianças para os jogos e o guia explicou que no UK os jogos de futebol são momentos em família, se alguém coloca isso em perigo, então não merece estar num estádio. O que eu achei fantástico pois em Portugal raros são os pais que levam os seus filhos para o estádio pois sentem-se inseguros para tal...

Contudo, o estádio Wembley está com uma tour muito gira, com um momento final que nos faz sentir um verdadeiro Cristiano Ronaldo, além de que há toda uma tour que vos permite fazer slide dentro do estádio mas eu não me estava a sentir particularmente corajosa, então não o fiz, LoL. 
Além disso, se tiverem bilhetes do comboio, têm desconto a entrar!

Claro que esta tour não é para toda a gente mas para os aficionados da bola, aconselho vivamente. Vão adorar!


Estádio Wembley - estação Wembley Park



12 de setembro de 2019

Sala de Cinema: The Karate Kid


Alerta de clássico! Neste caso com muito karate à mistura...

Este filme foi lançado em 1984, por isso não se admirem com o guarda-roupa, LoL. Contudo, a história deste filme é intemporal. É basicamente um rapaz adolescente, Daniel LaRusso, que sofre de bullying de uns rapazes que frequentam um dojo de karate com uns ideais meio distorcidos. Daniel cria amizade com um senhor humilde que trabalha como faz-tudo, que se torna a figura mítica de todos os mentores: Mr. Miyagi.

A receita deste filme parece simples mas a verdade é que não só resultou como um excelente filme, como ficou imortalizado na história cinematográfica. Aliás sabiam que o Karate Kid é um nome de uma personagem da DC Comics, que pertencia à "Legion of Superheroes"? A DC Comics tinha os direitos do nome mas deu especial permissão para o título ser usado para este filme!

Este filme apesar de oferecer bastantes cenas de luta, foca-se muito nas relações tanto entre pupilo e mestre, como o crescimento do Daniel (já agora, sabiam que o actor tinha 22 na altura em que fez o filme?) não só em termos de conhecimento de arte marcial mas também como o seu crescimento de carácter. Contudo oferece também cenas que ficaram célebres na nossa cultura, como por exemplo, o momento "wax on e wax off" e o pontapé cegonha.

Por isso, apesar de todos os clichés apresentados neste filme, ainda 35 anos depois de ter sido lançado, ainda é um grandessíssimo filme! 


Concordam? Qual é a vossa parte favorita deste filme?

10 de setembro de 2019

Setembro Amarelo


Vocês sabem que eu gosto de falar sobre saúde mental. Derrubar um pouco esse estigma, para que haja mais compreensão e quiçá empatia em volta ao assunto. Contudo, hoje é um dia importante, hoje é o dia mundial de prevenção ao suicídio! Aliás por todo o mês de Setembro está a decorrer a campanha "Setembro Amarelo" e porquê esta cor?
A cor da campanha foi adoptada devido a um jovem de 17 anos que se suicidou conduzindo o seu carro amarelo, então a família do jovem começou a partilha de fitas amarelas para chamarem a atenção para o problema e para as pessoas não pensarem que estão sozinhas!
Por isso, peço-vos que partilhem esta mensagem, para que alguém que esteja a passar pelo mesmo, para que saiba que não está sozinho(a)!

Num sentido mais prático, pois muita gente me faz a pergunta: mas o que é que eu posso fazer?
  • Trate os outros como gostaria de ser tratado -  eu acho este lema super-hiper-mega importante pois se vocês estão na dúvida de como proceder, pensem neste lema.
  • Ouvir - coisa muito básica como e simplesmente ouvir, acho que qualquer pessoa gosta que mostrem que as estão a ouvir e a prestar atenção ao que estão a dizer, por isso uma pessoa com depressão e/ou ideação suicida, precisa bem mais.
  • Empatia - além de ouvir, é muito importante haja empatia da nossa parte; tentar entender e se colocar no lugar da outra pessoa, naquele momento de sofrimento.
  • Não menospreze - nunca mas nunca menospreze a dor da outra pessoa, independentemente de qual seja o problema.
  • Estar presente - pessoas depressivas tendem a pensar que estão sozinhas no mundo e que não são amados ou queridos portanto precisam de um pouco mais de atenção nesse sentido.
  • Ajuda profissional - é importante incentivar que procurem ajuda profissional, seja por iniciativa própria ou até em alguns casos que marque uma consulta por eles, reforçando que pedir ajuda não é uma derrota mas sim coragem.
Espero que vos tenha sido útil e mais uma vez: não estão sozinhos!

8 de setembro de 2019

Stress Bucket


Numa conferência do trabalho sobre Human Factors, ou seja, é literalmente uma maneira de fazer as pessoas mais alertadas a certos sinais e factores para reduzir o risco de erros. 
Mas como nós (enfermeiros, médicos, auxiliares, técnicos...) não somos nenhuns robôs, o hospital incentiva este tipo de conferências/seminários para então diminuir o risco de erros. Que num hospital são erros que afectam vidas...

Uma das coisas que foi mencionado foi o "stress bucket" e eu achei simplesmente brutal o conceito. Ora então imaginem o seguinte, quando acordam vocês têm o vosso balde vazio. Podem ter problemas em casa, com filhos, companheiro(a), contas para pagar... Então ainda não saíram de casa para o trabalho e o balde já vai quase a meio.
Depois chegamos ao trabalho e deparamo-nos com os problemas que já começam a ser demasiado comuns (nisto vou mencionar os problemas ou obstáculos no meu trabalho): falta de staff, falta de material, skill mix da equipa, ou até mesmo na tua equipa estar alguém que não gostes de trabalhar... O balde depois disto tudo, está quase cheio!

Por isso, quando no trabalho (contudo isto pode ser aplicado a qualquer situação) se tivermos alguma situação stressante ou que nos cause ansiedade o balde transborda, não funcionamos a 100% e estamos propensos a cometer erros.

Como tinha dito, eu achei o conceito brutal pois muitas vezes sinto isso mesmo, que há todo um balde a encher e que pode afectar como eu faço o meu trabalho.

Formas de esvaziar o balde?
Isso agora é mais pessoal pois depende do que funcionar com vocês. Algumas técnicas é preparação e outra, que gostei muito, é a "visão de cima" que em inglês é "balcony view". Ou seja, quando nos deparamos numa situação em que o nosso balde está a transbordar, estamos numa situação stressante, aperceber-me que de facto estou a fixar-me numa tarefa ou não estou a conseguir resolver, então páro, dou um passo mental atrás, tento ver o problema de outra perspectiva. 

Ou até mesmo pedir ajuda!
Muitas vezes o difícil é apercebemo-nos do balde cheio e pararmos, isso de facto leva prática. Estas mudanças não acontecem do dia para a noite... daí ter acrescentado o "pedir ajuda" pois se não estamos a conseguir mudar com diferentes técnicas, então é melhor pedir mesmo ajuda!
Que por si só não é fraqueza nenhuma pois só demonstra que queremos melhorar tanto como pessoas como profissionais e isso é fantástico!

E o que vocês acharam desta técnica do stress bucket? Acham que conseguiriam aplicar à vossa vida?

6 de setembro de 2019

Daisy Jones & The Six


Em primeiro lugar, sem sequer começar a minha opinião deste livro... Tenho que vos dizer que foi extremamente difícil escolher uma só citação favorita! Portanto, deixo o top 3, LoL.
“I had absolutely no interest in being somebody else's muse.
I am not a muse.

I am the somebody.

End of fucking story.” 
“Men often think they deserve a sticker for treating women like people.”
“I used to think soul mates were two of the same. I used to think I was supposed to look for somebody that was like me. I don't believe in soul mates anymore and I'm not looking for anything. But if I did believe in them, I'd believe your soul mate was somebody who had all the things you didn't, that needed all the things you had. Not somebody who's suffering from the same stuff you are.” 
Em segundo lugar, tenho que vos dizer que já há muito tempo que um livro, um standalone, não me marcava como este livro da autora Taylor Jenkins Reid me arrebatou. Isto para vos dizer que vai-me ser extremamente difícil de fazer esta review pois este livro foi um verdadeiro carrossel de emoções para mim. 

Mas que tal começarmos pelo princípio? Eu foi desafiada pela Bárbara do canal Delicada como um elefante para ler este livro e estou-lhe tão mas tão grata! Pois além de me ter indicado um livro espectacular, abriu-me a porta para o uso dos audiobooks numa vida em que tempo e disponibilidade para ler, é bastante escassa.

Quando comecei este livro, logo no primeiro capitulo, tive que pousar tudo e fazer uma pesquisa no Google. Sim, porque apesar da Bárbara me ter desafiado, eu gosto de ir para uma leitura com o mínimo de informação possível. O que me levou ao momento de estar a pesquisar, o que vim a descubrir, personagens fictícias. 
Sim, para quem não sabe, isto é ficção, LoL. Mas a verdade é que está tão bem descrito, que pensei mesmo que era como que uma biografia ou pelo menos baseado em factos reais.

O livro é sobre uma banda de Rock nos anos 70 e, para quem segue o Instagram do Reino, sabe que levei a sugestão da Bárbara muito a sério e até comprei o hardback, ainda antes de sequer ter pegado no audiobook. Aliás foi o que me possibilitou dar asas à minha criatividade e tirar fotos... que acharam?
Ora bem, em termos de audiobook, aconselho vivamente pois tem todo um elenco de actores. Digo actores pois não estavam simplesmente a ler a história, estavam também a transmitir muito sentimento, o que dá imenso valor ao audiobook em si.
Então este livro conta-nos a história de Daisy Jones, uma rapariga icónica e super fixe. que eu transpus como uma prequela dos agora influencers, que são famosos mas não são artistas nem nada que se pareça, contudo toda a gente os conhece. Que depois se lança para o mundo da música e se encontra com a banda The Six. 

Acho brilhante como a autora descreveu tão bem a era das bandas de rock dos anos 70: sex, drugs and rock'n'roll! Contudo, desenganem-se se este livro é só festarola... eu considero-o um carrossel de emoções por alguma razão. Fala lindamente sobre dos mais variados tópicos: amor, traições, romances platónicos, muita música, abortos, arte, família, entre muitos outros... Além de ser extremamente inteligente da forma como explica o que a música significa para nós porém houve mesmo alturas em que dava por mim a tentar controlar as lágrimas de tão tocante que estava a história. 
E vocês sabem a melhor? A Amazon vai lançar uma mini-série do livro! Mal posso esperar, até porque não faço ideia que actores foram escolhidos. 


Vou aconselhar este livro a toda a gente... Adorei, adorei, adorei! 


Vocês já leram este livro? O que acharam?


Review em vídeo: IGTV - Daisy Jones and The Six

2 de setembro de 2019

10 anos de Reino

Eu mal posso acreditar mas o blog, o nosso Reino, celebra 10 anos! E para comemorar este marco, decidi fazer a minha primeiríssima giveaway. 
Sem querer soar lamechas, o Reino não é nada sem vocês a interagir comigo e por isso mesmo, em jeito de agradecimento, decidi fazer uma giveaway só com coisinhas boas:

Exemplares paperback de The Historian, Northern Lights, The Godfather e... uma surpresa!

Para participarem basta identificarem um amigo nos comentários até dia 17/09/2019 às 23:59 e ser seguidor do Instagram do Reino. Vais deixar escapar esta oportunidade de receber miminhos meus?
Regras da giveaway internacional:
1- Seguir o instagram do Reino;
2- Identificar um amigo nos comentários ;
3- Até 17.09.2019 às 23:59
4- Anunciarei o vencedor no dia 18.09.2019 tanto no instagram como no blog.

30 de agosto de 2019

The Disappearance of M.M.



Eu comecei a ver esta série-documentário e logo no primeiro episódio fiquei a ferver... Não será por acaso que eu tenha deixado esta review para o final de Agosto pois assim temos todos o nosso comportamento enquanto estamos de férias assim fresquinho.
Para vos explicar por alto, apesar de não haver spoilers pois toda a gente, infelizmente, sabe o resultado. A série segue a linha de investigação, desde quando aconteceu em Portugal até ao presente quando passou por várias agências.

Em primeiro lugar, quero dizer que, agora como mãe, o meu coração ficou assim comprimido no meu peito só de pensar na possibilidade de isso acontecer ao meu Príncipe. Apesar de ir dissecar a série e o que aconteceu, a verdade é que uma criança ainda está desaparecida.

Relativamente ao que falam na série, acho que antes de tudo é preciso discutir a premissa de deixar as crianças (a Maddie de 3 e os gémeos acho que ainda não tinham 2 anos) em casa, durante as férias num país estrangeiro, enquanto jantavam num restaurante que era preciso atravessar a estrada.
Quando isto aconteceu pensei que talvez fosse a diferença cultural... Mas depois de falar com amigos ingleses, apercebi-me que isto não é de todo cultural, pois que eles aqui não fariam isso com os filhos deles. Que quando viram isso sentiram vergonha pois o resto do mundo pensaria que todos os ingleses são assim com os filhos e que se não fosse um casal tão "high class" que os Serviços Sociais estariam à porta.
Nós, portugueses, acho que sentimos uma vergonha nacional no sentido em que: como é que isto aconteceu no nosso país?! Eu lembro de ir a aldeias em Trás-os-Montes em que havia poucas condições sanitárias mas havia sim vários posters da Maddie!
O país e mesmo o mundo mobilizou-se à procura desta menina... e é uma das coisas debatidas. Há uma senhora que é duma organização de crianças desaparecidas e diz que se todas as crianças que desapareceram se elas tivessem aquela exposição toda, então a grande maioria dos casos era resolvida. Essas crianças seriam encontradas...
Um dos casos que me parte o coração pois aquela mãe é um cadáver andante e o meu, agora, coração de mãe entende-a perfeitamente: a mãe do Rui Pedro. O rapaz que desapareceu em Portugal e não teve o mesmo tratamento... Eu não estou a criticar, apenas a demonstrar que o Rui Pedro de uma família humilde não teve a mesma exposição do que uma criança filha de médicos ingleses.

Depois de falar sobre o que aconteceu naquela noite, de os pais estavam a jantar e iam vendo as crianças, quando a polícia investigou o grupo (pois eram vários pais, amigos, que estavam no mesmo barco) deu várias timelines. E agora vocês dizem-me "mas é normal tu não saberes as horas ao certo". Correcto. Mas não mudar a timeline completamente, quando o que eles disseram foi que estavam constantemente a verificar as horas para ver se era a altura de ir ver se os miúdos estavam bem. Então aí teriam uma ideia concreta da timeline dos acontecimentos... Mas isso não foi investigado mais, ficando mais uma pergunta por responder.

A seguir foi a série basicamente enxovalhar a nossa polícia e as investigações, que não estou a dizer que foram cinco estrelas. Não foram mas há explicação para isso... Não temos os mesmos meios e fundos da Scotland Yard, a polícia que os ingleses estão habituados. Contudo, ainda antes disso é mencionado que eles chamaram a polícia e que não foi ninguém logo de imediato. Mencionam isso mas não investigam mais... mas a polícia não foi porquê? Será que alguém efectivamente os chamou? Ou será que alguém fez uma investigação interina para perceber o que aconteceu?

Mais perguntas por responder...

Relativamente ao Gonçalo Amaral, o detective do caso, não sei muito bem o que pensar... não sei se ele tinha razão ou não. O que eu não concordo foi o facto de ele ter escrito um livro, ganhando dinheiro com a situação, criando ainda mais sensacionalismo... mas isso é a minha opinião.

Relativamente à investigação dele, que levou para investigar os pais depois de se efectuarem inúmeras buscas... que a série é muito rápida a criticar a polícia mas agradecer pelas buscas por terra e mar, tanto por profissionais como por civis, foi assim ao de leve. O que eu acho que fica mal, mas pronto. A investigação leva-nos então para a casa e para os pais, vendo a timeline, recriações, questionários e... a parte que mais me impressionou: os cães.
Na investigação o governo britânico disponibilizou dois cães especialistas, um de encontrar sangue e o outro de encontrar cadáveres. Usaram esses cães para investigar a casa e o carro... Como com certeza viram nas imensas reportagens feitas na altura, os cães dão sinal que algo ali se passou mas é completamente diferente ver efectivamente os vídeos da investigação e os cães a farejar.
O cão de farejar o sangue, ainda foi naquela pois uma casa com crianças que a brincar se magoam, mãe pode estar a cozinhar e corta-se ou até mesmo o pai a tentar compor alguma coisa se aleija... isso é bastante relativo. Contudo, o que me atacou mesmo, foi o cão de farejar cadáveres. Deu sinal em casa e deu sinal no carro!
Depois o resto da série é basicamente a desacreditar os cães.. e nisso só tenho que dizer uma coisa, eu não sei de facto o que aconteceu mas sei que utilizamos essas unidades caninas para procurar sobreviventes em desastres ou até mesmo cadáveres. Mas nessas alturas ninguém desacredita, toda a gente bate palmas pelo seu serviço e pela especialização... Sim que é mencionado que aquela unidade em específica que foi a casa investigar, chegou mesmo a ir aos EUA para os "ensinar" naqueles cães especializados.

Porque é que eles foram tão rápidos a descartar os cães? Mais uma pergunta por responder.

 Depois falam dos media, que os media não ajudaram... Nisso estou de acordo 100% pois o comportamento dos media foi simplesmente doentio. Contudo, mais uma vez havia uma vontade de enxovalhar a media portuguesa quando a media inglesa foi para tribunal pelo mesmo ou pior comportamento. Não sei muito bem o que pensar sobre isso...

Infelizmente, a menina ainda não foi encontrada. Mostraram os McCann numa agência especializada em envelhecer retratos para ajudar com a procura de crianças desaparecidas. Contudo, acho que nesta investigação houve sim uma coisa boa que proveio... Uma das agências que eles usaram para investigar o desaparecimento da Maddie, levou a sua investigação para meios que seria difícil de pensar mas que tinham que colocar essa hipotese: pedofilia. Essa agência ao investigar o caso da Maddie, encontrou toda uma rede de pedofilía, que quando pararam as investigações entregaram tudo à polícia, ou seja, para os meios legais.

Eu gostava de poder concluir este post mas a verdade é que na série há muitas mais perguntas por responder e o meu lado científico pede mais informação, mais dados, para poder fazer uma conclusão ou juízo de valor... o que eu acho? Genuinamente, não sei.

O que é que vocês acham que aconteceu? O que acharam da série?

26 de agosto de 2019

Mood Hoover


Há tempos ouvi esta expressão em inglês e achei brutal! Uma pessoa Mood Hoover, basicamente que suga a vida dos outros. 

Eu em português vou chamar destas pessoas de "vampiros de sentimentos". E vocês pensam assim: ó C., tu não sei o que andas a fumar mas os vampiros não existem.
Excelente ponto queridos súbditos, contudo ponderem o seguinte, pensem nas pessoas com quem vocês estão e depois quando se despedem, ou já estão em casa, sentem que levaram uma sova de meia-noite ou que o vosso corpo decidiu ir correr a maratona e não vos disse nada. Podes estar com essa pessoa uma hora e sentes-te assim...
Depois de ler isto houve pelo menos uma pessoa que te veio à mente, lembraste-te logo de como te sentes depois de estares com essa pessoa. 

Vampiro!

Infelizmente não tenho uma receita para isto... A não ser talvez àgua benta e um bocado de alho (olha afinal tem receita mesmo).
Eu muito honestamente fujo um bocado de pessoas assim. Portanto claramente eu escolhi a receita do crucifixo e gritar "vá de retro Satanás". Daí achar que não sou a melhor pessoa para vos dizer como tratar destas personagens.

Como lidam com pessoas assim? 

24 de agosto de 2019

The London Tour: Notting Hill & Portobello market

Ora aqui vamos nós para uma zona bastante famosa de Londres...


Devido ao filme "Notting Hill" (que em breve irei mencionar na rúbrica Sala de Cinema, por ser um grande clássico) esta zona ficou para sempre na lista de sítios a visitar em Londres. E com razão! A disposição das casas coloridas é simplesmente fantástico, portanto enquanto estiverem a andar por esta zona, apreciem a arquitectura.


Depois quando tiverem já tiverem milhentas fotos das casas de Notting Hill, dirijam-se a Portobello Road, uma rua com 3 quilómetros repleta de lojas e tendinhas com o também conhecido Portobello Market. Este mercado teve inícios, por volta de 1800 mas ficou efectivamente famoso pela venda de antiguidades em 1950.
Actualmente, o melhor dia para visitar este mercado é sábado, apesar de haver sempre tendinhas nos outros dias, se querem a melhor experiência então sábado é mesmo o melhor dia, contudo se não quiserem confusão, aconselho os outros dias.
Além de venderem antiguidades, vendem coisas mais vintage e retro mas se não quiserem saber de coisas para comprar, só o caminhar por este mercado é fantástico pois esta rua é simplesmente vibrante e multi-cultural!

Já conheciam esta zona de Londres? Ficaram interessados em visitar?


Notting Hill & Portobello Market – estação: Notthing Hill Gate

Post anterior: The London Tour: Tube/Metro

22 de agosto de 2019

Comentários infelizes



Vocês já conseguiram perceber que eu sou uma "spoke person" para os baby blues. Quero que seja mais falado, quero que seja desmistificado e que seja aceite! Mas a verdade é que já algumas pessoas me perguntaram o que sentia ou pensava quando sofri de baby blues

Em primeiro lugar, agradeço imenso que me façam este tipo de perguntas pois demonstra interesse em saberem mais. E não como uma colega minha, quando me ouviu a falar sobre como me afectou na altura, me disse a mítica: "Mas tinhas o teu bebé... Não estavas feliz?"

Muito sinceramente não sei por onde começar a analisar este comentário imaturo e sem consideração dela... "Mas tinhas o teu bebé.", sim, infelizmente algumas mães não têm esse privilégio mas isso não significa que os meus sentimentos sejam menos válidos!
"Não estavas feliz?" E é aqui que eu quero falar sobre o que sentia... Eu já tentei explicar mais ou menos no post Síndrome de Mãe Perfeita, o que se passava na minha cabeça, os mantras que passavam e afins. Mas além disso tudo, o sentimento que tinha era que estava sumergida, como que a afogar-me. Parecia que os meus movimentos estavam lentificados, tal como quando estamos na água, e a minha cabeça também... 
Com uma diferença de que temos um ser pequenino dependente de nós. Ou seja, além de nos sentirmos lentificadas, sentimos a pressão de cuidar do nosso bebé. Que para uma nova mãe, a pressão é tanta que faria o titã Atlas um menino!

Quanto ao comentário da minha colega... até podia ter dito sem aquela intenção mas mesmo assim irritou-me, LoL. O que é que vocês acham? Ficavam irritadas ou acham que exagerei?

20 de agosto de 2019

I've got your number



“I feel a hotness behind my eyes. I have no idea why. I don't know why I suddenly feel affected. I want to type I admire you, but I can't bring myself to. Not even by text. Instead, after a moment's hesitation, I type:
I understand you.” 


Este foi tanto o meu primeiro de uma saga de audiobooks, como o meu primeiro livro da autora Sophie Kinsella (sim, pois após alguma pesquisa apercebi-me que ela tem imensos livros) e gostei bastante da sua escrita. É bastante fluida e tem imenso sentido de humor!

É um romance, que começa com a personagem principal, Poppy, numa busca frenética do seu anel de noivado que é uma herança de família. Eu pensei logo: isto começa bem, LoL.
Outra coisa fantástica são as "footnotes" da Poppy, que são sempre risada na certa. Contudo, a autora ainda menciona temas um pouco mais sombrios como a perda de família, que podia talvez explorado mais pois dava toda uma outra profundidade às personagens mas ficou um pouco no ar.
Em suma, é um livro "feel good", não muito profundo mas com passagens super engraçadas e algumas bem ternurentas (para quem leu o livro: quem é que quis ir dar um passeio para o bosque depois de ler o livro? Eheheheh).

Eu cheguei mesmo a pensar que o livro daria uma excelente RomCom, até comecei a imaginar que actores seriam os melhores para cada personagem, LoL. Contudo, houve certas e determinadas coisas que me irritaram no mau sentido... Como por exemplo: Poppy? De todos os nomes do mundo e Poppy?! Pode ser mesquinho da minha parte mas irritava-me sempre que ouvia o nome da personagem. 
Outra coisa foi a voz da narradora do audiobook, era assim um bocado estridente e irritante para os meus ouvidos. Para quem ouviu o audiobook, também acharam? Porém, mesmo assim o enredo fez-me ignorar a voz da mulher e ficar presa à história, ao ponto de me faltar 30 minutos de livro e estar ainda muita coisa para explicar ou acontecer, comigo do outro lado a ficar super ansiosa, LoL.

Excelente livro para desanuviar, por acaso. A ver se leio mais da autora...

E vocês? Já leram alguma coisa desta autora? Gostaram deste livro?


Review em vídeo: IGTV - I've got your number