12 de junho de 2018

A segunda viagem



Ora aqui vamos nós para a nossa segunda viagem a Portugal... o nosso Príncipe é um viajado!

8 de junho de 2018

Osteopatia Pediátrica, Pré e Pós-Natal


Já há alguns anos que a Osteopatia tem um lugarzinho na vida da vossa soberana... conheci um osteopata simplesmente fantástico na Bila que me resolveu o emaranhado que é as minhas costas. Tinha bastantes dores que após duas consultas, nunca mais as tive. Depois apenas fazia uma consulta por ano (por vontade minha, não que ele me dissesse que precisasse) para manutenção ou para tratar de alguma maleita momentânea.

Por acaso, bem antes de engravidar, tinha falado com o meu osteopata que as limitações dele são osteopatia pediátrica e pré-natal. Portanto quando comecei a ter umas dores fulminantes (ao ponto de não conseguir andar) quando estava grávida de 13/14 semanas, pensei logo que não podia lhe pedir uma consulta, já para não falar de que não queria viajar de avião se não fosse necessário. 
Na altura falei com a minha midwife que me disse que era uma maleita de gravidez e que tomasse Paracetamol. Só que para além de eu não querer tomar medicação desnecessariamente, eu sentia que não era uma maleita normal, pois não é normal uma grávida da minha idade ficar, ao longo de 2/3 semanas, sem andar devido às dores. Falei então com o meu Obstetra que levou as minhas queixas muito a sério e me recomendou um osteopata aqui no UK, especialista em mulheres grávidas.

Sim, um Obstetra aconselhou-me um Osteopata... incrível, eu sei.

Fui à primeira consulta e logo de imediato senti um pouco de alívio. Na verdade, durante a consulta, estive sempre a pensar que aquilo não ia dar em nada pois ele fazia movimentos mesmo muito suaves. Na segunda consulta, ele pergunta-me como estava e fui sincera: "olhe eu achava que isto não ia fazer nada mas afinal sinto-me melhor!" LoL Ao qual ele responde: "então, claro, tu estás grávida, não posso simplesmente começar com movimentos bruscos." Tem razão homem, tem razão!
Ao final de apenas duas consultas, eu pude finalmente desfrutar a minha gravidez! Mantive-me sempre activa, a caminhar mas nada de exercícios mais pesados (HIIT ou pesos). Foi o ideal! Claro que quando cheguei às 36 semanas tive que fazer caminhadas mais pequenas pois uma simples caminhada no parque deixava-me cheia de contracções, LoL.

Depois veio o parto... E quando o Príncipe tinha quase um mês, uma amiga minha falou-me em consultas de osteopatia pediátrica que até ajudavam com as cólicas. Nessa altura já estávamos com o décimo círculo do inferno controlado mas pensei: mal não fará e então, porque não?
Lá levei o nosso Príncipe à primeira consulta de osteopatia...Outra vez, a início pensei que eram tão gentis que não iria fazer nada mas a verdade é que após terem feito um exame físico referiram certos aspectos do parto que eu não tinha dito, que estavam a afectar o pequeno.
E após algumas visitas ao osteopata era incrível a diferença nele... Primeiro ainda pensei que fosse uma coincidência mas a verdade é que cada vez que íamos a uma consulta, o Príncipe ficava super relaxado.
Após algumas consultas não havia necessidade de ele continuar a ser seguido mas agora que já se senta, começa a tentar gatinhar e a colocar mais peso nas perninhas, acho que seria uma boa ideia fazer um check-up brevemente.

Contudo, a parte milagrosa para mim da Osteopatia foi mesmo comigo. Tal como tinha mencionado no "Eu quero o meu corpo de volta" e "A revolta do corpo", após o primeiro mês comecei a sentir dores muito grandes nas costas. No início pensei que seria ainda o meu corpo a recuperar da gravidez e também do parto... mas a verdade que ao final de 3 meses não só continuava com dores, como estava pior ao ponto de coisas do dia-a-dia serem extremamente dolorosas (ir às compras, estender roupa, aspirar, etc). Queridos súbditos, eu não conseguia fazer nada! Até deitar o bebé às vezes dava umas guinadas de dor que me deixavam com lágrimas nos olhos... por isso qualquer tipo de exercício que eu queria fazer, era para esquecer, apesar de eu tentar fazer caminhadas mas acabavam sempre comigo a arfar de dores. No desespero entrei em contacto com um osteopata pós-natal na clínica onde o Príncipe teve as consultas dele... mas a verdade é que após duas consultas não via melhorias nenhumas, nem sequer melhoras nas dores.
Fui ao médico de família que me receitou medicação (que nunca cheguei a tomar pois estava a amamentar e não queria tomar medicação desnecessariamente) e fisioterapia, que na verdade não me fez nadinha.
Quando fomos a Portugal, obviamente, entrei em contacto com o meu osteopata... Após a primeira consulta não obtive melhorias completas mas em termos de dores fiquei 70% melhor! Ao qual ele me alertou que era normal e que tinha que me manter activa para o meu corpo se ajustar. Aproveitei já que em Portugal temos família, para tomarem conta do Príncipe enquanto eu ia a massagens e acho que as consultas, as massagens e os passeios pela Bila ajudaram imenso.

A verdade é que levou umas semanas mas, caros súbditos, estou oficialmente sem dores e muito mais móvel! Não estão a ver a minha alegria quando consegui fazer uma caminhada pelo parque com o Príncipe pela primeira vez sem ter que parar a cada 10 minutos. Já consigo fazer caminhadas de uma hora ou uma hora e meia, exercícios com pesos, brincar à vontade com o Príncipe (que engorda a olhos vistos)... Simplesmente incrível!


P.S. - sim, eu sei que podia ter sofrido menos e ter tomado medicação mas a verdade é que eu preferia aguentar com as dores do que estar a tomar drogas enquanto grávida ou a amamentar.

6 de junho de 2018

PoTD: update 10

Ora cá estamos para mais um update ao desafio Photo of The Day, que tal como já tinha explicado antes, consiste em colocar no Instagram uma foto por dia: que vai desde as minhas aventuras pelo UK, como das viagens que fiz ou ainda dos meus guilty pleasures fotográficos e muito mais... Espero que gostem!





Nota: não tenho o meu Instagram público mas se me quiserem seguir basta adicionarem @her.royal.highness742.

4 de junho de 2018

Dead Beautiful series



"Everyone has the ability to urt. It's the choice that matters." - Dead Beautiful 

"Do you believe in soul mates?" I whispered . "You mean a human who has the soul of an Undead? No. The idea of a soul mate. That there's only one person that's really right for you in this world." I could hear Noah breathing as he thought. "No." "Why?" "Because it gives us no choice. It means that some cosmic force has already chosen the person I'm supposed to love. But that's not how it works. I don't want to be with someone who completes my soul; I want someone who will open it. I want to be able to choose." - Life Eternal 

"The worst kinds of nightmares are the ones you have while you're awake." - Love Reborn

Acho que coloquei esta trilogia da autora Yvonne Woon na minha lista de livros para ler por sugestão ou de algum grupo de leitura ou do Goodreads... Já não me recordo ao certo, LoL.

O que é certo é que li os três livros e assim em primeira impressão não foram os melhores livros da minha vida. Contudo a premissa é interessante, neste universo as crianças até aos 21 anos se morrerem passados 10 dias reanimam e chamam-se Undead. Contudo, mesmo assim não são imortais, têm como que uma "validade" de certos e determinados anos. Para controlar os Undead,  porque senão era o verdadeiro bacanal, obviamente, existem os Monitors que se separam por variados skills.
Claro que há ali uns star crossed lovers e apesar de pensar, durante o primeiro, que seria um bocadinho demasiado adolescente para mim... A verdade é que dei por mim a continuar a ler pois o cerne da história torna-se cada vez mais complexa e o mistério estava a dar cabo de mim, LoL.
Até ao terceiro livro.. que foi um suplício para acabar. As desnecessárias longas descrições estavam a dar cabo de mim! E o final? Mas o raio é aquilo? Imensamente frustrante.

Não consigo aconselhar-vos esta saga... com tanta coisinha melhor por aí.

2 de junho de 2018

Dolce Gusto


Nunca gostei muito das máquinas de cápsulas  e agora pensando nisso, acho que essa aversão começou com a Nespresso (que não sou de todo fã). Até há bem pouco tempo sempre fui recusando comprar uma máquina do género, até ter estado em casa de uns amigos que tinham uma Dolce Gusto.

Não só tive que dar o braço a torcer como fiquei maravilhada... dá para imensas coisas e as cápsulas não são tão caras e super fáceis de arranjar. Ao contrário da Nespresso que tens que encomendar online ou ir à loja oficial, há cápsulas da Dolce Gusto à venda nos supermercados. E depois tem cápsulas de tudo: várias qualidades de café, chocolate quente, cappucino, café au lait, mocha e até Nesquik!

Escusado será dizer que fiquei rendida e pensei que seria a única a utilizar pois o Mais-que-Tudo não bebe café mas até ele utiliza a máquina. Portanto, como dizia Fernando Pessoa, primeiro estranha-se e depois entranha-se. 

E vocês? Já experimentaram uma Dolce Gusto? Ou preferem Nespresso? Ou não gostam das cápsulas de todo?

30 de maio de 2018

Ódios de estimação, versão mãe


Acho que não estou a dizer nada de novo quando digo que muita coisa muda quando somos mães… até novas coisas para odiar ou que nos chateiam como se não houvesse amanhã.

O meu primeiro ódio de estimação como mãe não acontece muito no UK mas acontece muito quando vamos a Portugal, os passeios. Andar com um carrinho de bebé pelos passeios, principalmente de Portugal, é super difícil, são estreitos, com buracos, com árvores mesmo no meio, com falta de rampas e ainda pessoal que estaciona nos passeios (muitos deles já estreitos).
Outro, enorme, ódio é qualquer e eu quero mesmo dizer qualquer coisa que acorde o bebé. Pode ser uma mota, obras, vizinhos, telefone, camião do lixo ou até mesmo nós que deixamos cair qualquer coisa. Nunca mas nunca se acorda um bebé!
Outro ódio é qualquer peça de roupa de bebé que não tenha alguma elasticidade. Roupas um pouco mais rijas ou que não se dão, são assim um pesadelo para vestir pois qualquer bebé gosta de se despir mas não gosta mesmo nada de se vestir. E se tivermos uma roupa que não ajuda em vez de termos apenas um bebé não muito contente, passamos a ter um bebé versão O Exorcista.
Constipações e gripes passaram a ter um grande ódio da minha parte. Claro que ninguém gosta de estar doente mas pior que nós ficarmos doentes, são os nossos bebés doentinhos. Grande ódio!
Acho que isto é um ódiozinho de estimação para qualquer mulher muito sinceramente mas principalmente para uma mãe… o cuidar da casa que parece que nunca mais acaba. Um caso especial quando nós mães estamos a organizar a casa e atrás de nós vem o furacão que é o nosso filho, deixando um rasto de destruição.
Este ódio acho que qualquer pessoa não aprecia contudo quando se tem um bebé a chorar aos berros dentro do carro, isto torna-se um grande problema. Trânsito! Quando estamos felizes que o Síndrome do Cu Tremido está em acção ou quase a entrar em acção, a última coisa que queremos que apareça é trânsito! Devia haver uma faixa, tal como há para os autocarros, para carros com bebés e crianças, LoL.
E, chegamos por fim, o meu ódio de estimação favorito: palpites, palpitinhos, palpiteiras. Tudo serve para mandar palpite. É a forma como educas a tua criança, como cuidas do teu bebé, etc etc etc. A lista é interminável porque (infelizmente) este povo arranja qualquer coisa para dar um palpite.

Na verdade, isto é um serviço público avisar o pessoal que se vir uma mãe furibunda, significa que se encontrou com um dos seus ódios de estimação, qual leoa a proteger a sua cria. 

E vocês, acrescentariam mais algum ódio? Concordam com os que mencionei? Digam de vossa justiça!