30 de agosto de 2016
28 de agosto de 2016
26 de agosto de 2016
Black Dagger Brotherhood series: The Beast
Maybe they should have moved over to the bed. It would have been more comfortable, after all. But the sense that some tremendous shift was occurring in their lives made it seem safer to stay on the ground - just in case the earthquake happening for both of them on an emotional level translated into the physical world somehow.
Como já tinha mencionado, desde que comecei esta saga da autora J.R. Ward que tenho estado sempre atenta quando sai um novo livro. Este já é o 14º livro da saga, a autora mantém-nos sempre cativados e ler os novos livros, já é como visitar o gang.
Não me querendo repetir muito, os livros focam-se num mundo em que nós coabitamos com vampiros e lessers (uma espécie de humanos sem alma). É a função da Black Dagger Brotherhood, uma sociedade de vampiros-guerreiros de elite, nos proteger dos lesser.
Apesar de que este livro, achei que foi bastante previsível no que toca à evolução das personagens e o que iria acontecer no final... No entanto, gostei tanto no que a autora se focou que continuei a ler feliz da vida.
Apesar de que este livro, achei que foi bastante previsível no que toca à evolução das personagens e o que iria acontecer no final... No entanto, gostei tanto no que a autora se focou que continuei a ler feliz da vida.
Review em vídeo: IGTV - 3 grandes sagas
24 de agosto de 2016
Conversas à mesa: o update
Ora vamos então fazer um update às Conversas à mesa, que vou partilhando no facebook do Reino:
Na hora de ir buscar as malas, no mesmo tapete e ao mesmo tempo, estavam a chegar malas de outro voo que veio de França. Contudo, não sabíamos se as malas que estavam a chegar eram do nosso voo ou não...
Ao qual o Mais-que-Tudo diz: sabes como é que eu sei que estas malas vieram de França?
Eu: como?
Mais-que-Tudo: porque só se vê grandes malas... cheias de ilusões e esperança.
DAMN SON!
Eu e o puto estávamos a falar sobre o facto do "Pokémon Go" já estar disponível em Portugal. Até que a Mãe intrigada, pede para a gente explicar o que é esta nova loucura...
Nós explicamos, ao qual a Mãe diz: - Aaaaah, que giro! Mas vá, desde que não chores desalmadamente como a tua irmã quando o "Tamagotchi" dela morreu... tá tudo bem. Oh Mãe, isso não era preciso divulgar!!
P.S. - obviamente, o Puto estava a rebolar no chão... a chorar... de tanto rir.
Numa daquelas visitas obrigatórias à esteticista, decorreu esta conversa...
Esteticista: a menina foi apanhar sol?
Eu: não... tenho é um bronzeado um bocado à trolha porque fui fazer uma caminhada nas montanhas. Esteticista: ah não me diga que foi fazer uma daquelas caminhadas nocturnas na montanha! Pois é caros súbditos, neste verão cuidado com o sol da meia-noite! Lol
22 de agosto de 2016
Guidance
Do novo álbum, que saiu este ano, dos meus queridos Russian Circles, já tenho uma música favorita: Vorel. E vocês, já ouviram o novo álbum?
18 de agosto de 2016
Esta é a nossa história e o caminho dele...
Já não é a primeira vez que tenho a ideia de escrever sobre este assunto em particular... mas talvez porque sentia que não era minha história para contar, fui sempre deixando de lado. Até que li o fantástico post da Há Pêssegos na Lua, que me deu o empurrão necessário.
O meu irmão tem dislexia.
Acho que nos dias de hoje toda a gente sabe ou pelo menos tem uma ideia do que é a dislexia, por isso não vos vou maçar com definições, contudo, quando o meu irmão foi para a primeira classe não havia tanta informação, isto é, há quase 20 anos atrás...
Por isso, obviamente que o puto teve problemas quando foi para aprender a ler. Ele sabia as letras, sabia os números todos mas ler, está quieto. Tendo em conta que a professora dele era uma recém-licenciada seria de esperar que estivesse mais susceptível a estes casos. Não, meus caros... porque as crianças conseguem ser cruéis mas os adultos são bem piores. Não contente com o facto de obviamente o meu irmão ter dificuldade em ler pois em todo o resto, ou se lhe lesse as perguntas, ele sabia tudo e mais alguma coisa. Ela fazia questão de, na aula, em frente aos coleguinhas dele, de dizer que só não sabia ler quem é burro, entre outras coisas deploráveis que não se devia dizer a um adulto, quanto mais a uma criança de 6 anos.
Por isso, obviamente que o puto teve problemas quando foi para aprender a ler. Ele sabia as letras, sabia os números todos mas ler, está quieto. Tendo em conta que a professora dele era uma recém-licenciada seria de esperar que estivesse mais susceptível a estes casos. Não, meus caros... porque as crianças conseguem ser cruéis mas os adultos são bem piores. Não contente com o facto de obviamente o meu irmão ter dificuldade em ler pois em todo o resto, ou se lhe lesse as perguntas, ele sabia tudo e mais alguma coisa. Ela fazia questão de, na aula, em frente aos coleguinhas dele, de dizer que só não sabia ler quem é burro, entre outras coisas deploráveis que não se devia dizer a um adulto, quanto mais a uma criança de 6 anos.
Lá passou o primeiro ano pois a professora dizia que ele devia ter um atraso qualquer e acho que o passou por pena, em vez de saber ao certo o porquê de o miúdo não conseguir ler ou escrever, mas sabia as respostas se ela lhe perguntasse. Durante este tempo, o puto vai cada vez mais tornando-se introvertido e taciturno, totalmente o contrário da sua personalidade.
No segundo ano, já era esperado que ele conseguisse ler e escrever. Magicamente um verão ele ia aparecer na aula de sua excelência, a saber tudo aquilo que ela não conseguiu ensinar... Chegar da escola e fazer os malditos trabalhos-de-casa, tornou-se numa odisseia, em que envolvia a nossa frustração, o meu irmão a chorar, stress, exaustão de ambos os lados e os TPC terminados por volta sempre da meia-noite. Obviamente, as coisas chegaram a um ponto em que os miúdos já faziam pouco do meu irmão, o tratamento da professora além de se manter ficou pior.
Foi num acumular de coisas que os meus pais decidiram levar o meu irmão a um psicólogo pois os níveis de stress estavam nos píncaros e o miúdo estava a entrar em estado depressivo...
Foi então diagnosticado como disléxico profundo. Isto trocado por miúdos, só para terem uma ideia, a especialista avisou os meus pais que não sabia se ia conseguir colocar o meu irmão a ler e a escrever. Tenho, também, que salientar que as primeiras sessões da especialista, tiveram que ser a trabalhar a auto-confiança do meu irmão, estava mesmo em estado depressivo, achava-se burro e um inútil, quando, na verdade, tem inteligência acima da média.
Chega o fim do segundo ano e a especialista aconselha os meus pais a chumbarem o puto, devido a enumeras coisas, era a coisa mais acertada a fazer. Os nossos pais falam agora que se soubessem tinham logo levado à especialista na primeira classe e o tinham chumbado logo na altura... mas não sabíamos, não havia tanta informação como há agora e nós sabendo a inteligência do meu irmão, bem que coçávamos a cabeça não percebendo ao certo o porquê de ele não conseguir ler e escrever.
Sempre com sessões intensivas e o nosso apoio, aliados uma nova professora (que ensinava há mais de 20 anos), novos colegas, um novo começo... o puto começa a ler e a escrever!
As notas reflectem aquilo que ele sabe, aquilo que ele estuda, os testes são adaptados para ele, a professora exalta-o em frente à turma quando ele é um dos melhores a matemática! A confiança aumenta, aos poucos volta a ser a criança extrovertida e tagarela que era antes.
Até à altura do secundário, foi sempre uma batalha, conseguir que as pessoas e certos professores percebessem que dislexia não era sinónimo de atraso. Depois houve uma explosão de notícias sobre o assunto, mais estudos divulgados e as pessoas passaram a estar informadas... Mesmo assim, o mal já estava feito, não é?
Houve pessoas que chegaram a dizer ao meu irmão que ele nunca iria conseguir chegar à universidade, que se dedicasse a um curso técnico ou que fosse para as obras pois a inteligência dele não dava para mais... Mas sabem a melhor? O puto foi para a Universidade, sim. Entrou com todo o mérito dele, está a acabar Informática e a fazer, orgulhosamente, o manguito a todas as pessoas que disseram que ele não seria capaz!
16 de agosto de 2016
Directly from Mount Olympus...
Que coisa boa que é o meu novo perfume da Paco Rabanne: Olympea.
Aliás com este perfume descobri uma ferramenta fantástica para quem gosta de ir variando ou quer comprar um novo perfume, quem sabe até utilizar para oferecer um novo perfume a alguém. É o Boots Fragrance Finder, que pode ser usado com os ingredientes ou então com o vosso perfume favorito, pois encontra outros do mesmo estilo. Qual maravilha vinda directamente dos deuses!
P.S. - o fragrance finder poderá estar limitado aos perfumes que a Boots vende mas como a loja vende quase todos os perfumes do mercado, não é má de todo.
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