30 de outubro de 2010

Hello, my name isn't...

A pedido de alguns leitores, vou colocar alguns dos nomes que às vezes me chamam ou porque não devem gostar de Corina ou então é demasiado difícil de dizer e então inventam como se não houvesse amanhã.

Já me chamaram:

  • Córina
  • Carina
  • Catarina
  • Carolina
  • Carla
  • Corette
  • Sabrina
  • Isabel
  • Cortina
  • Carlota
  • Belinha
  • Corvina
  • Corine
  • Corine de Farme


E tenho a sensação que esta lista não vai acabar...

29 de outubro de 2010

De que tem medo?

Diz-se que o mais importante não é saber o motivo do nosso medo, mas sim saber identificá-lo. De alguns deles temos consciência, de outros não. Afinal, nascemos apenas com dois tipos de medo: o do barulho e o de cair. Todos os outros são adquiridos, a sociedade, a cultura judaico-cristã, encarrega-se disso: "Portaste-te mal, assim já não gosto de ti", só para dar um exemplo. Crescemos a acreditar que temos de corresponder às expectativas dos outros, pois apenas assim teremos amor e aprovação dos mesmos. Como podemos então exorcizar esses fantasmas?
Mais do que teorias, aprenda a enfrentar os seus medos.
  • Identificar os medos - por vezes perdemos tempo a pensar porque temos medo. A solução começa a partir do momento em que identificamos o que nos assusta. Quase todos os medos têm na sua essência a sensação de falta de controlo, a insegurança, o risco. É necessário filtrar esse medo. Será real? Ou mero fruta da imaginação, um reflexo de pensamentos negativos? Só quando estiver perante um acontecimento real é que poderá agir e quanto mais conhecimento tiver de si mesma mais ferramentas tem ao seu dispor para lutar. Desse conhecimento faz parte, obviamente, a superação de medos. Quantos já ultrapassou?
  • Medo de mudar - o desconhecido assusta. A chamada zona de conforto é uma espécie de limbo em que nos prendemos. Acomodamo-nos. Não lhe parece redutor demais? Não acredita que merece melhor? A vida é uma dádiva. Única. O risco da mudança é uma oportunidade. As consequências sejam elas boas ou más são ensinamentos.
  • Medo de falhar - este é um daqueles medos que nos pode paralisar. Queremos fazer tudo certo, temos medo de arriscar, porque tememos falhar. Falhar com o quê? Com as expectativas que nós e outros criaram. De não receber a aprovação dos outros. E assim sermos julgados. Se falhar? Falhou. Faz parte do nosso processo de aprendizagem. Se nunca fizermos, se não arriscarmos nunca saberemos, nunca crescemos. O importante é dissipar o medo de falhar seja no que for, por isso não vale a pena criar cenários, inventar desfechos fantasmagóricos, nunca ver o copo meio vazio, mas sempre meio cheio, caso contrário paralisamos e não vivemos.
  • Medo da solidão - prende-se igualmente com o medo de ser abandonada. Quando estamos a crescer dizem-nos com alguma frequência "Portaste-te mal. Não gosto de ti." Portanto para ter a aprovação, o amor dessas pessoas, temos de fazer o que esperam de nós. Pior é que trazemos isso na bagagem. E muitas vezes nos relacionamentos agimos de igual modo. Sermos nós mesmos, não ter de dizer sim quando se quer dizer não mostra o que somos, e quem gostar, quem nos aprovar, aprova pelo o que realmente somos.
  • Medo de ficar sem dinheiro - o dinheiro dá alguma sensação de estabilidade. É óbvio que numa sociedade de consumo como a nossa ele é um poder. Mas não é o responsável pela nossa felicidade. As coisas mais simples, as maiores gargalhadas que já dei, o que me causou mais felicidade, curiosamente, nunca envolveu dinheiro. A falta de segurança, de controlo, de conforto que julgamos que o dinheiro assegura é a causa do medo de ficarmos numa situação financeira complicada. Quem já passou por isso sabe como enfrentar esse medo, como o ultrapassar.
  • Medo de perder a saúde - este é um dos medos mais comuns. É óbvio que sem saúde tudo se complica e o que era simples passa a muito complexo. Mas a verdade é que todos os dias fazemos coisas para um dia ficarmos sem saúde. Ou pelo menos não fazemos tanto quanto poderíamos fazer. Fumamos, bebemos álcool, uma má alimentação, pouco exercício, embebemos todos os poros em stress. Contrariar, mudar alguns hábitos de vida podem, certamente, ajudar a eliminar esse fantasma.
- José Micard Teixeira

28 de outubro de 2010

Ódio de estimação n.º 7


Odeio (profundamente) Baileys.


Nem consigo dar uma beijoca ao meu Mais-que-Tudo depois de ele beber aquilo... É mesmo horrível.

27 de outubro de 2010

Cromos


Finalmente, todas as nossas memórias, das mais ridículas às mais sublimes, analisadas à lupa em todo o seu esplendor e detalhe. Do criador de "O Homem Que Mordeu o Cão", eis A Caderneta de Cromos - uma verdadeira enciclopédia radiofónica humorística de tudo o que nos fez espernear de prazer quando tínhamos genuíno vigor nas pernas para as fazer espernear. E porque é que a palavra "titilar" não é mais usada no dia-a-dia? As respostas a tudo - e talvez ao próprio sentido da vida! - de 2ª à 6ª feira, às 8h45 e 9h45 com Nuno Markl.
Fonte: Rádio Comercial

Que eu já não dispenso ouvir! Enquanto lá vou eu triste como tudo de manhãzinha para a Escolinha, ouço sempre que posso o primeiro cromo do dia. E acreditem, deixa-me logo mais bem-disposta! No entanto, tenho uma crítica a fazer e para quem costuma ouvir os cromos no auto-rádio, sabe perfeitamente o que eu estou a falar... Ouvir os cromos no carro leva a que as outras pessoas pensem que somos maluquinhos, no sentido literal da palavra. Pensem comigo, se vissem uma pessoa a rir-se, sozinha, do nada, dentro de um carro, o que é que vocês pensavam? Pois claro, que a pessoa era mas é maluquinha de todo!

O Nuno Markl deveria ponderar sobre este assunto...

26 de outubro de 2010

Hello, my name is...


Toda a santa gente que me conhece ou ouve sequer o meu nome pela primeira vez pergunta sempre: que raio de nome é esse?!
Então lembrei-me e que tal esclarecer o pessoal de uma vez por todas? Boa! (nada disso, apenas curti o tema para um post, LoL)
Normalmente pensam logo "emigra". Nada disso. O meu nome é bem português, apenas fora do vulgar. Aliás, o pessoal tende a pensar logo nesse tipo de coisas quando aparece um nome que não seja Maria ou José. Já para não falar de que não sabem ler português, ou seja, dizer o meu nome correctamente! Realmente, já estava mais que na altura de explicar ao pessoal de como se diz o meu nome...

Corina, lê-se Co-rí-na. E não Có-ri-na, como muita gente tende a dizer.

Ora bem, como eu estava a dizer, o meu nome é bem português e como qualquer bom tuga, tenho um nome vindo da bíblia (sim, por incrível que possa parecer o meu nome tem uma história, ou como acham que os meus papás se iam lembrar dum nome assim?).
Por isso o meu nome tem origem do latim sendo seu o significado literal: "menina". E quanto à Bíblia, a história é durante o domínio de Nero, sobre um casal de gladiadores, Corina e Caleb. Como sabem Nero era um imperador implacável e cruel, que um dia na altura da perseguição aos cristãos, reuniu um grupo de 20 crianças cristãs e lançou-as, como divertimento, para a arena aos leões esfomeados, vestidas com peles de cordeiros! Corina e Caleb (não tendo filhos) lançaram-se para arena para as proteger. Conseguiram salvar quase todas as crianças, contudo ambos morreram...

25 de outubro de 2010