28 de novembro de 2019

Mum Shaming


Tenho uma amiga minha que me veio pedir conselhos e dicas para terminar a amamentação. Perguntou-me antes de sequer perguntar a profissionais ou a outras mães pois o tão conhecido "mum shaming" continua em alta.
A questão dela era como conseguir que a filha deixasse a mama. A menina tem 2 anos e chegou a um ponto que a amamentação já não está a ser benéfica para ambos. Porquê o receio dela? Existe um movimento fantástico de aleitamento materno, de amamentação até pelo menos os 2 anos (o que é recomendado pela OMS). Contudo, como em todos os movimentos, há extremistas.

Extremistas que dizem que a amamentação é até quando a criança quiser e é a criança que decide quando parar. Gostaria de anotar que eu sou mais do que a favor da amamentação, contudo, a mesma tem que ser benéfica tanto para o bebé como para a mãe.
Contudo, o que eu quero dizer é que eu não tinha dicas para ela. A amamentação do Príncipe foi muito específica, o desmame foi muito gradual e o cessamento foi natural... Porque calhou!

Muitas técnicas, dicas e afins não resultam para todas as crianças. O que resulta para uma pode não resultar para outra... porém, as pessoas tendem logo a criticar a mãe. Ou seja, em vez de ajudar, desajudam...

Eu costumo dizer que educar uma criança é como montar um móvel complexo do IKEA mas sem o manual de instruções. Tu tens ideia do que queres como produto final mas sem instruções, temos que ir por tentativa e erro. Além de que muito provavelmente não chegar ao final com falta de parafusos, LoL. Mas tentamos o nosso melhor para educar um ser humano saudável e decente.

Não será isso o mais importante?

4 comentários:

Andreia Morais disse...

Como já tive oportunidade de comentar no teu instagram, é mesmo importante que as pessoas sejam mais empáticas e menos altivas, porque somos falíveis e só temos a aprender quando nos ajudamos uns aos outros

عبده العمراوى disse...



شركة كشف تسربيات المياه بالاحساء
شركة كشف تسربيات بالاحساء

Green disse...

Concordo contigo, acho que isso é de facto o que realmente importa.

C. Correia disse...

Comparar a criança ao móvel do ikea foi a melhor definição que já conheci ahahahahah